Aumiguinhos seguidores

1234

Arthur Jimmy Tobinho Juninho Bucca Lipe Japi Max Panchito Oliver Bidu Ringo Mahler Scott Jones Guga Dudu Sushiro Bóris Bud Bóris Freud Balu Átila Mibi Pampa Tobi Toddy Rafinha Puff Rick Bob Linos Ozzy Toby Billy Zorro Billy Mink Scooby Sushi Caco Chasa Cusco Piá Diego Dieque Robert Percy Dusque Rock Fredy Pico Angelina Mel Ariel Chiquinha Bita Maria Sacha Cindy Preta Mel Philomena Bambi Jade Liza Giulli Pepê Mel Puppy Diddy Princesa Luli Menininha Malu Liza Mel Lori Belinha FunnyFlor Mariah Mel Fifi Foxy Bianca Luma Tereca Preta Laika Sofhie Nastácia Chantal Julie Lady Nikita Lalinha Luna MaryJane Mel Mila Mel Muca Rebeca Sofia Tina
Jack Timmy Jobi Kauai Berg Off-set Suky Max Tom Lucca Wicket Caio Kim Mutley Nenê Ozzy Paco Ringo Scooby Tchuco Teco Benson Pongo Bill Scooby Aussie Manny ChingPuff He-man Tommy Garu Bob Zulu Nenê Toy Buddy Buddy Guaíba Jack Bidu Kid Marley Tchan Eros Lilo Quico Budy Frederico Pulga Twix Teddy Ingui LumaMalu Kayla PandaVida Teca Cookie Pérola Tina Bibita Belinha Vitória Brisa Polyana Liza Vicky Fiona JadeMel Babi Luna Zíngara KaylliFrida Shoya Suzy Malu Punk Cindy Mel Zucca Jade Shelly Toya Laila KittyMaria Corina Meg Lili Lala Loirinha Preta Kelly Kika Brida Lili Cacau Lessie Lili Malu Belinha Belinha Pretinha Lua Titica Sépia
Aquiles Pilincho Spoof Jaspe Zeus Woody Minduim Toby Zuki JiuJitsu Guri JeanLuka Benjor Zene Kadu Olivio Freddy Órion Bobi Platão Toy Oscar Banzé Zayon Spyke Reef Moshe Chopp Joey Bóris Ozzy Rock Belo TheoFVK Polaco Kirky Chukie Napoleão Luigi Afonso Nemo Dick Ciborg Chuky Friedrich Nietzsche Juba Leo João Duque Zyon Theo Tobi Piggy Naná Belinha Meg Pelúcia Lila Maria Ellie Clara Vicki Angel Sushi Gracy Mel Duquesa IndoGreta Bita Belinha Belinha Gracinha Shana e Serena Meggie Chiquinha Minnie Fênix Belinha Lilica Hanna Lola Kiara Mel Pitoca Dolly Mocinha Maya Mel Sofia Luna Xakira Vida Fiona Pituca Melinda Mel Ludmila Penélope Miles Shoyo Pucca Brunet Bolinha Lua
Tchurtchuro Theo Tito Pingo Jorge Freddy Shoyo Bono Mustafá Tinga Justin Boni Félix Soleil Barney Meggy e Chanel Lola Branca Lola Lumen Pedrita Tuxa Gabi Lili Sofia Funny Mel Tiffany Juju Vicky Pieper Dalila Luna Molly Dolly Cristal Gaia e Penélope Miucha
Mostrando postagens com marcador Transporte e viagem - cães. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Transporte e viagem - cães. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

1365. Video 134 : Se liga!!!

Cadelinha fica cinco dias presa
em aeroporto de Belém, no Pará

Do R7

A viagem de uma brasileira de Guadalupe, no Caribe, para o Rio de Janeiro quase terminou em maus lençóis.

Sua cadelinha, Saú, foi barrada no aeroporto de Belém, no Pará, durante uma escala. A cachorra não tinha os comprovantes de vacinação exigidos pela vigilância sanitária e quase não pôde entrar no país.

Para resolver a situação e, enfim, seguir a viagem para o Rio de Janeiro, Cristiane Lacas – a dona do animal – precisou ficar por lá durante cinco dias. E, durante todos esses dias, a cadela ficou presa em uma caixa de transporte, sozinha.

De acordo com a legislação brasileira, qualquer animal precisa de um certificado sanitário internacional para entrar no país. A dona da cadela diz que chegou a apresentar uma cópia deste documento no aeroporto, mas esta não foi aceita.

Cristiane precisou esperar a chegada do certificado original, vindo da França, para só então seguir a viagem para o Rio.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

1337. Cachorrinho morre após viajar de avião :(

Gol foi negligente ao transportar cão da raça pug, diz veterinária

Empresa diz que não transporta cães da raça bulldog e suas variações.
Veterinária afirma que pug morto em viagem é similar a raça não permitida.

Juirana Nobres Do G1 ES


Gol foi negligente ao transportar cão da raça pug, diz veterinária  (Foto: Divulgação/Mariana Castelar)Gol foi negligente ao transportar cão da raça pug,
diz veterinária (Foto: Divulgação/Mariana Castelar)

Especialistas afirmam que a Gol Linhas Aéreas foi negligente ao transportar o cão Santiago, que morreu na última semana de parada cardiorespiratória após ter ficado mais de 10 horas em um avião. A empresa se defendeu e disse em nota, nesta terça-feira (20), que não transporta cães da raça bulldog e nenhuma de suas variações devido a dificuldade que tem em respirar. Por outro lado, a médica veterinária que atendeu Santiago, questionou a companhia por ter feito o transporte, já que a raça pug é similar a raça não permitida pela empresa.

"Eles foram negligentes. A anatomia da raça bulldog e pug é a mesma. Os cães destas raças possuem o céu da boca mais curto, eles podem se sufocar com a própria língua, o focinho é bem fechado e a traqueia é pequena. As características das duas raças são bem parecidas e possuem dificuldades na respiração. Porque eles não transportam bulldog e o pug, sim? Isso é um absurdo", destacou a veterinária Lilian Deise Storkc.

De acordo com a Gol, até o momento, não havia registrado nenhum incidente envolvendo cães da raça pug e continua empenhada em prestar o suporte necessário aos proprietários do cachorro Santiago, tratando do assunto, diretamente, com os envolvidos. Os donos do cão decidiram entrar com um processo contra a Gol Linhas Aéreas na manhã desta terça-feira (20), já que a empresa não se posicionou sobre o caso com o advogado da família.

"Eles não fizeram o contato com ninguém e acredito que não vão fazer. Logo quando Santiago morreu, eles ligaram várias vezes, dizendo que fariam investigações internas, além de pedirem mil desculpas. Eles podiam ter dado algum respaldo para o nosso advogado, mas isso não foi feito. Empresas como esta só fazem alguma coisa quando dói no bolso", desabafou Mariana Castelar.

Cão morre após atraso em voo entre São Paulo e Vitória, diz dono (Foto: Divulgação/Mariana Castelar)Cão morre após atraso em voo entre São Paulo e
Vitória, diz dono (Foto: Divulgação/Mariana Castelar)

Provas
Mariana diz que possui todas as provas que apontam a negligência da empresa no transporte aéreo. "O que aconteceu com o nosso cão foi negligência sim. Parece que algumas empresas não transportam cães da raça pug, mas eles nem mencionaram isso. Se a gente soubesse do perigo, não arriscaríamos a vida do nosso cão", relatou Castelar.

Para embarcar os três animais do esteticista de cães Fabio César, foi necessário atestado médico de cada animal, separadamente, comprovando o bom estado de saúde para fazer a viagem de São Paulo para Vitória. No caso de Santiago, o laudo médico diz que o animal estava saudável. "Atesto para os devidos fins que atendi em consulta o canino Santiago e não encontrei sinais e sintomas clínicos de doença infecto-contagiosa ou parasitose, estando clinicamente hígido". Esse foi o laudo do médico veterinário Luis Eduardo Pinho Gonçalves, atestando que Santiago estava saudável no dia 12 de setembro, um dia antes de embarcar.

Atestado médico de santiago feito em São Paulo (Foto: Divulgação/Mariana Castelar)Atestado médico de Santiago feito em São Paulo
(Foto: Divulgação/Mariana Castelar)

De acordo com o esteticista de cães, o desembarque no Aeroporto Eurico Salles, em Vitória, só aconteceu às 15h do dia 13 de setembro. Quando os animais foram entregues, Santiago estava com a respiração ofegante. "Saímos do aeroporto e fomos em busca de atendimento, mas ele não resistiu e morreu por parada cardiorespiratória. Quando a veterinária viu Santiago, disse que a respiração já era um sintoma ruim, ainda tentaram reanimá-lo, mas foi tudo em vão. O meu cachorro tinha 3 anos e meio, era saudável", contou.

Fábio César levou Santiago a uma clínica veterinária em Vila Velha. A médica Lilian Deise Storkc atendeu o cachorro, mas disse que não deu tempo de medicá-lo. "Não deu tempo de fazer nada. Santiago chegou na clínica com parada respiratória, mas ainda tinha batimentos.

A raça pug é muito sensível, quando entram em parada respiratória tem que correr contra o tempo. Ele chegou aqui com aquecimento corpóreo elevado, com mais de 42º, ele estava muito quente. O organismo dele entrou em colapso e em seguida, teve uma parada cardíaca", disse a médica. Lilia Deise enfatizou que o transporte aéreo para animais é o mais indicado, mas nesse caso houve negligência, por que a raça de Santiago tem dificuldades respiratórias. "Devemos pensar que a viagem dentro de um avião além de ser mais seguro é o mais indicado por que o animal vai ficar menos tempo longe do dono, o que pode evitar ansiedade e estresse. Mas o cão ficou tempo demais em um lugar fechado. Eles deveriam fornecer um trabalho diferenciado. De todo modo era uma vida", disse.

A médica veterinária disse que no ônibus ele passaria mais tempo enclausurado, dentro do bagageiro, em um lugar escuro, com mais calor e uma série de outros fatos negativos.

Leia a íntegra da nota da Gol
A GOL lamenta profundamente pelo ocorrido. A empresa informa que um de seus diretores contatou pessoalmente o cliente na semana passada, pediu desculpas em nome da companhia, forneceu informações sobre a apuração interna e se colocou à disposição para prestar todo o suporte possível. Durante esse contato, o cliente se reservou no direito de falar somente por meio de seu advogado. Em respeito a isso, a GOL prestará os esclarecimentos diretamente aos envolvidos.

Leia os esclarecimentos da empresa
A Gol esclareceu ainda que, até o momento, não registrou nenhum incidente envolvendo cães da raça Pug e continua emprenhada em prestar todo o suporte necessário aos proprietários do cachorro Santiago, tratando do assunto, diretamente, com os envolvidos.


A GOL ainda esclarece que um de seus diretores contatou pessoalmente o marido da cliente na semana passada, pediu desculpas em nome da companhia e se colocou à disposição para prestar todo o suporte possível.

A GOL esclarece não transporta cães da raça Bulldog, em nenhuma de suas variações.

Fonte : http://g1.globo.com

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

1078. Transporte seu pet com segurança


Passeios e viagens de carro em boa companhia são um ótimo programa, sobretudo nessa época do ano, quando a temperatura amena e os dias de céu azul convidam a sair de casa. E por falar em companhia, levar o animal de estimação para se divertir é uma delícia.

Os amigos de quatro patas topam qualquer aventura, basta que os tutores tomem alguns cuidados antes de sair de casa para que o trajeto até a praça ou a praia seja igualmente agradável para os dois.

Filhotes e animais inquietos viajam melhor em caixas de transporte adequadas ao seu tamanho, produtos criados especialmente para eles que possuem grade para ventilação e algum espaço interno. Essas caixas podem ser colocadas sobre o banco traseiro, presas ao cinto de segurança, ou quando forem muito grandes, no porta-malas.

Os gatos e os cachorros mais tranquilos podem ser colocados em cintos de segurança nos bancos de trás. Eles viajam bem, sobretudo se forem acostumados desde filhotes. Os cintos de segurança de gatos e cães são presos ao peito do animal, o que evita acidentes e as temidas torções em freadas buscas.

Para garantir o conforto dos animais, de pequeno e médio porte, o mercado já desenvolveu outros acessórios, todos adaptáveis conforme a necessidade dos tutores. Além das caixas de transporte, sacolas especiais levam os mínis e também vão presas ao cinto. Uma outra opção é apostar em cadeirinhas – cesto que lembram aquelas usadas para bebês.

A melhor forma de escolher como carregar o animal é consultar quem entende do assunto e respeitar a personalidade do animal. Não adiante forçar o cão, que normalmente é tranquilo, a ficar dentro de uma caixa, se ele estranha e late o tempo todo. O mesmo vale para os gatos em sacolas com janelas de tecido ou telinhas.

E, se o passeio for mais longo, tenha certeza de que o gato ou o cachorro vai se divertir tanto quanto você. Leve-o ao veterinário para providenciar a vacina antirrábica (acima dos seis meses) e a guia de transporte animal. Planeje a viagem para reduzir o estresse do animal: se ele não estiver enjoando, hidrate e alimente, faça pausas a cada duas horas para permitir que ele estique as patas e faça suas necessidades.

Contran artigo 235

Levar animais na caçamba ou com parte do corpo fora do carro dá multa, viajando no banco do carona ou no colo, também.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

930. Passaporte brasileiro para trânsito de cães e gatos


De acordo com o decreto nº 7.140, a partir de julho começa a vigorar no Brasil o ‘passaporte de trânsito nacional e internacional para cachorros’. O passaporte será intransferível, individual e deverá conter informações como nome e endereço do tutor, registro do animal no Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) e exames exigidos pelos países de destino. O documento será parecido com o adotado na UE (União Europeia) e Japão.

Segundo o coordenador geral do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional do Ministério da Agricultura, Oscar Rosa, este passaporte, que é gratuito e opcional, vai diminuir bastante o tempo gasto em viagem com o cão, tanto na ida quanto na chegada. Nas viagens nacionais, o tutor do cachorro com o passaporte não precisará de outros documentos. E nas viagens internacionais será dispensado de obter o CZI (Certificado Zoossanitário Internacional). Se a viagem for menor do que 30 dias, o responsável não terá que solicitar certificação sanitária no país de destino para o retorno. O benefício será vigorado apenas para países com os quais o Brasil tem acordo. A lista destes países e instruções normativas sairão em julho e serão publicados no site do ministério (
http://www.agricultura.gov.br/).

Para tirar o passaporte o cão terá que estar ‘microchipado.’

A microchipagem poderá ser efetuada no Kennel Clube SOBRACI – Sociedade Brasileira de Cinofilia ou em um veterinário que tem o credenciamento.

Nota: ‘gatos também poderão tirar o passaporte!’

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

776. Lamentável!!!

Cadela é extraviada e fica presa 22h na 1ª viagem aérea

Depois de quase 22 horas presa dentro de uma gaiola, conhecida como contêiner, em um voo da companhia aérea Gol, a cadela poodle Kika, com 5 anos de idade, voltou aos braços de sua tutora, a comerciante Lenir Muller, 54 anos, às 13h40 de hoje.

Após a conexão em São Paulo, a cachorrinha foi embarcada no avião errado, indo parar em Uberlândia. Na cidade mineira embarcou direto para Campo Grande.


Às 16h de ontem, Lenir colocou a cadelinha no contêiner e a despachou no voo de Curitiba para Campo Grande, da Gol Linhas Aéreas. Como a empresa considerou o tempo de voo curto, não pediu para sedar o animal. “Eu tive R$ 178,62 de despesas, mais a caixa, que custou R$ 45,00”, contou a comerciante, que chegou na capital às 22h50 de ontem.

Ao tentar retirar o animal, ela foi informada que a cadela havia sido enviada, por engano, para Uberlândia (MG), a 894 quilômetros de Campo Grande.


A comerciante foi até a capital paranaense buscar Kika. “Ela estava com seus filhotes e, para eles se acostumarem ao ambiente, meus parentes levaram a Kika para Curitiba também”, contou. Ela ficou aproximadamente um mês longe de Campo Grande.

Os parentes levaram a cachorra de carro até Curitiba. Na volta, que foi ontem, a cachorra realizou sua primeira viagem de avião. E acabou percorrendo uma distãncia 1.788 quilômetros além do previsto, considerando-se as viagens de ida e volta de Uberlândia.


Na viagem de volta, Lenir disse que seu voo fez conexão em São Paulo, onde trocou de avião. “Eu pedi para ver a Kika e funcionários da Gol me disseram que isso só aconteceria em Campo Grande”, contou.

A cachorrinha ficou presa na gaiola durante todo o percurso, desde as 16h de ontem e ficou sem água e comida. No contêiner havia várias identificações e o destino final da “passageira”.


No momento em que uma funcionária da Gol trouxe o contêiner, a cadela estava visivelmente estressada e mordia as barras de ferro da gaiola. Lenir, que estava acompanhada de sua filha Glice Muller, 27, disse que pretende ingressar com uma ação contra a companhia aérea. “Faltou responsabilidade deles”, comentou.


Porém, mesmo com a experiência das últimas 24 horas, Lenir, que possui cinco cachorros, não pensa em desistir de viajar com seus animais de avião. “Eu só espero que nunca mais aconteça isso, é muito doloroso”, lamentou.

A gerência da Gol não quis se pronunciar, dizendo seguir normas da empresa. No entanto, um funcionário da companhia acompanhou a cadelinha até um médico veterinário, que analisaria seu estado de saúde.


Processo


Em junho do ano passado, a Gol foi condenada a pagar R$ 8 mil de indenização por danos morais a uma passageira por maus-tratos aos seus animais. A 1ª Turma Recursal do Rio de Janeiro manteve a sentença em primeira instância da juíza Isabela Lobão dos Santos, titular do 20º Juizado Especial Cível, da Ilha do Governador.


Cintia Leisgold viajou de São Paulo ao Rio de Janeiro com um gato e um cachorro. No momento do embarque, ela foi avisada de que o voo partiria de outro aeroporto e que os animais seriam transportados para o novo local junto com as bagagens.


Na chegada ao Rio, percebeu que os animais estavam estressados, desidratados e com o batimento cardíaco acelerado.


Extravio


A bagagem, inclusive os animais, será considerada extraviada caso não seja entregue no seu ponto de destino. Quando isso acontece, deve-se procurar o balcão da companhia aérea para o preenchimento do RIB (Registro de Irregularidade de Bagagem).

O fiscal de Aviação Civil do DAC, localizado na Seção de Aviação Civil nos principais aeroportos brasileiros, deve ser acionado em caso de problemas.

Confirmado o extravio, a companhia tem um prazo máximo de 30 dias para a localização e entrega da bagagem.

Após esse tempo, o passageiro deve ser indenizado pela companhia. Como medida de prevenção, o passageiro pode declarar os valores atribuídos à bagagem, mediante o pagamento de uma taxa suplementar estipulada pela companhia. Neste caso, a empresa tem o direito de verificar o conteúdo da bagagem – e o valor da indenização é o declarado e aceito pela empresa.
Fonte:
Cassilândia Jornal

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

576. Tia Carmem... são esses os cuidados pra embarcar o nosso cusco no avião?

Na hora de viajar com seu animal de estimação ou mesmo quando é preciso embarcá-lo sozinho, as companhias aéreas e a Infraero exigem uma série de documentações e cuidados.

É preciso apresentar certificado de vacinação antirrábica, que tenha sido aplicada no período de 30 dias a um ano antes da data de embarque, além de informar o laboratório, o tipo da vacina e o número da partida/da ampola. Sem falar no atestado médico com validade de apenas 10 dias e efetivar o pagamento da taxa de embarque absurdamente elevada – R$90,00, mais o peso do animal e do transporte multiplicado a 0,5% da tarifa cheia do trecho a ser voado.

São exigências atrás de exigências, mas quando são os responsáveis pelos animais a bordo que pedem informações, a coisa muda de figura.

É cada dia mais comum notícias sobre desastres com aviões, assim como o número de embarque de animais. Só no período de 3 de janeiro até 31 de maio deste ano, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras afirma ter transportado 287 animais de estimação, enquanto a TAM, diz ter embarques de animais vivos todos os dias. Mas ao contrário do que se espera, poucas vezes a imprensa e as próprias companhias falam sobre a questão das cargas perdidas nesses acidentes, sobretudo das chamadas “cargas vivas” – os animais.

As empresas transportam cargas de vários tipos: frutas e pescados, eletrônicos, material impresso, medicamentos, órgãos para transplantes e até animais vivos. Mas como mensurar o valor a ser indenizado pela perda de um animal que muitas vezes é tido como membro da família?

De acordo a assessoria de imprensa da Tam Linhas Aéreas em casos de acidentes, é acionado um time de pessoas que vai para o local do acidente, dentre eles, um representante exclusivo para o setor de cargas, que será o responsável pela contabilização e identificação dos danos relacionados às cargas em geral, inclusive cargas vivas. Enquanto na Azul, a identificação é feita através do manifesto por declaração de bagagem, uma vez que não trabalham com cargas, e ressalta ainda que as buscas por corpos de animais não é prioritária, mas acontece normalmente, assim como a recuperação dos pertences das vitimas.

A partir de então entram em trâmite os processos de indenização aos parentes das vítimas que, normalmente podem ser ressarcidos por quantias determinadas caso a caso com base em pagamentos históricos ou jurisprudência. Ou como no caso da TAM, que disponibiliza duas opções para o cliente: o cliente utiliza um seguro próprio informando no ato do embarque da carga os dados de sua apólice, ou pode optar pelo seguro TAM Cargo, que consiste na cobrança de um percentual sobre o valor declarado em nota fiscal.

Ainda segundo a assessoria, em viagens nacionais, o cliente também poderá optar pelo envio de suas mercadorias sem seguro, entretanto, em caso de eventualidades, o pedido de ressarcimento do cliente ficará sujeito às normas previstas no CBA - Código Brasileiro Aeronáutico, que estipulará as indenizações pagas em relação ao peso da carga. Vale ressaltar que pode haver casos em que o contratante não tenha direito ao reembolso - os casos excludentes de responsabilidade incluem atrasos provocados por condições meteorológicas, motins e greves de funcionários públicos, apreensão da carga por órgãos fiscalizadores, entre outros.

Outro agravante já conhecido por todos é o prazo para o contratante ser reembolsado. A TAM afirma que dentro do prazo previsto na legislação o tempo para reembolso é variável, por depender de fatores como o tempo que o cliente leva para fornecer a documentação necessária, o período de análise do caso e do prazo de pagamento. Ou seja, mais exigências para o contratante.

Cuidados durante a viagem

Além dos perigos de acidentes aéreos os animais também ficam suscetíveis aos atrasos e cancelamentos de voos. E a pergunta é: como esses animais são tratados nessas situações? Existe, por parte das companhias, algum tipo de tratamento para alimentação, água ou higiene, durante esse tempo não previsto em trânsito?

De acordo com a TAM, a empresa garante fazer contato com o responsável pelo bicho de estimação para verificar se existe tratamento específico a ser dado para o animal e acrescentou ainda, que é possível solicitar a presença do cliente ou de veterinário, quando necessário. Já a Azul Linhas Aéreas, por não transportar cargas, afirma que os animais não correm nenhum risco, por embarcarem como bagagem de mão, estão sempre acompanhados.

Animais na cabine de passageiros

Tradicionalmente o embarque de animais é feito pelo terminal de cargas, mas nos termos da legislação em vigor os animais recebem uma classificação especial, AVI -Animais Vivos, e atenção diferenciada, podendo ser até transportados na cabine de passageiros, desde que o peso do animal, somado à caixa em que é transportado, não ultrapasse dez quilos. Além disso, devem ser observados os demais procedimentos internos de cada empresa aérea.

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras, por exemplo, afirma que ainda não opera com transporte de cargas, mas animais de estimação (cães e gatos) de pequeno porte podem embarcar no interior da aeronave como bagagem de mão, com capacidade máxima para até três animais por voo.

Vale ressaltar que a Gol Linhas Aéreas não atendeu ao nosso contato para esta matéria.
Por Pauline Machado

quarta-feira, 15 de julho de 2009

498. Companhia aérea para animais de estimação começa a operar nos Estados Unidos

A Pet Airways, primeira companhia aérea dedicada aos animais de estimação nos Estados Unidos, fez ontem (14) seu voo inaugural, que saiu de Nova York.
A companhia, fundada pelos americanos Alysa Binder e Dan Wiesel, dois amantes dos animais de estimação, começou esse particular serviço entre as cidades de Nova York, Washington DC, Chicago, Denver e Los Angeles.
Wiesel, presidente da companhia, disse em comunicado que “a maioria dos animais de estimação viaja nos bagageiros dos aviões e são tratados como mercadoria”.
Segundo ele, na maioria das vezes tal situação produz medo e estresse entre os animais, que “podem ter problemas físicos e emocionais, e até morrer”.
Wiesel então se propôs a criar uma companhia aérea que agora ofereça uma alternativa aos donos desses animais.
O preço da passagem está em torno de US$ 250, cifra similar a que muitas vezes é preciso pagar para transportar os animais em trajetos similares em companhias normais.
Segundo a Associação Americana de Animais, cerca de US$ 76 milhões de cachorros e gatos viajam com seus tutores a cada ano, mas apesar desse elevado número, muito deixam de fazer esse tipo de percurso devido às condições oferecidas pelas companhias aéreas regulares.
Algumas companhias aéreas americanas anunciaram recentemente que não aceitam o transporte de animais de estimação em seus aviões quando as temperaturas estão abaixo de 7ºC ou acima de 29ºC.
A Pet Airways lembrou também que segundo dados da sociedade protetora de animais de San Francisco, dos dois milhões de animais de estimação que viajam junto a mercadorias nos aviões, cerca de cinco mil saem feridos a cada ano.
O calor é a causa mais comum da morte de animais nas viagens aéreas, segundo a nova companhia aérea, que cita com fonte os serviços de inspeção de animais, plantas e saúde americanos.
Na nova companhia aérea todos os animais de estimação podem viajar sozinhos ou com seus tutores na cabine e são cuidados por comissários de bordo, que lhes dão água e comida.
Fonte:
G1

quinta-feira, 18 de junho de 2009

457. Gol é condenada por maltratar animais durante voo

A companhia aérea Gol foi condenada a pagar R$ 8 mil de indenização por danos morais a uma passageira por maus-tratos aos seus animais. A Primeira Turma Recursal do Rio de Janeiro manteve a sentença em primeira instância da juíza Isabela Lobão dos Santos, titular do 20º Juizado Especial Cível, da Ilha do Governador.

Cintia Leisgold viajou de São Paulo ao Rio de Janeiro com um gato e um cachorro. No momento do embarque, ela foi avisada de que o voo partiria de outro aeroporto e que os animais seriam transportados para o novo local junto com as bagagens. Na chegada ao Rio, percebeu que os animais estavam estressados, desidratados e com o batimento cardíaco acelerado.

Fonte: O Globo

quinta-feira, 7 de maio de 2009

396. Pet Airways oferece conforto para cães e gatos nas viagens aéreas

NOVA YORK, EUA, 7 Mai 2009 (AFP) - A crise de ansiedade causada pelos animais que precisam viajar no compartimento de bagagens dos aviões acabou, pelo menos nos Estados Unidos, onde, a partir de julho, uma nova companhia aérea vai oferecer vôos confortáveis para os bichinhos de estimação.
O primeiro vôo da Pet Airways decolará em 14 de julho de Teterboro, um pequeno aeroporto privado situado a 16 km de Nova York, com destino a Washington, Chicago, Denver e Los Angeles.
A passagem custa 149 dólares. "Tivemos essa idéia depois de ver o sofrimento durante a viagem do Zoe, nosso jack russell terrier" explica Alysa Binder, co-fundadora da companhia em 2005 junto ao marido Dan Wiesel.
A Pet Airways, cuyo objetivo autoproclamado é "oferecer uma solução segura e confortável para o transporte aéreo de animais domésticos", vai inaugurar seus serviços com um Beechcraft 1900 da empresa charter Suburban Air totalmente transformado.
Previsto para 19 passageiros humanos, o avião poderá transportar 50 cachorros e gatos porque os assentos foram substituídos por três níveis de prateleiras onde foram colocadas jaulas especialmente fabricadas para o avião.
O sistema é simples: o animal é deixado numa sala especial do aeroporto por apenas duas horas antes da decolagem, informa a Pet Airways.
A empresa se encarrega do bichinho e um assistente cuida de sua alimentação e higiene pessoal até o embarque.
Os cuidados com os detalhes continuam a bordo, onde o assistente faz uma ronda a cada 15 minutos para ver se tudo está bem. Depois da aterrissagem, os animais dão uma voltinha para fazer as necessidades básicas e depois são entregues a seus donos na sala de desembarque. Caso o dono não possa buscar seu bichinho, ele pode pernoitar no canil da empresa.
Segundo estudos realizados nos Estados Unidos, onde existe um verdadeiro culto aos animais de estimação, cerca de 76 milhões de cães de gatos viajam por ano, dos quais dois milhões em avião, onde somente os animais bem pequenos são admitidos para ficar com o dono na cabine de passageiros.
Os dramas no bagageiros são relativamente frequentes. Segundo a Sociedade Protetora dos Animais, ocorrem cinco mil acidentes por ano.
No geral, são acidentes por asfixia por falta de oxigênio ou queimaduras provocadas pela proximidade dos motores
, segundo os Serviços de Inspeção Animal (Animal, Plant and Health Inspection Service, APHIS).
"Os transportes aéreos para animais, por exemplo, especializados em cavalos existem há tempos, mas esta empresa é diferente e contratou um transportista especializado", afirma Elizabeth Cory, porta-voz da Aviação Federal (FAA).
"Todas as autorizações necessárias foram obtidas e, para nós, o principal é o respeito ao peso máximo e à restrição do movimento no interior da cabine, por evidentes razões de segurança".
Reservada no momento a cães e gatos, a Pet Airways estuda possibilidade de transportar aves e, inclusive, animais mais exóticos.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

299. Transporte de animais é regulamentado pelo DAER

10/4/2008
Transporte de animais é regulamentado pelo Daer
Legislação
O Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) divulgou nesta quinta-feira as novas normas para o transporte de cães e gatos em viagens intermunicipais no Rio Grande do Sul. A lei de autoria do deputado Carlos Gomes (PPS) está em vigor desde a última sexta-feira. Ficou estabelecido que o transporte será restrito a três animais por viagem — dois domésticos e um cão-guia. Os animais devem ser transportados no local destinado aos passageiros, exceto quando for disponibilizado ambiente isolado adequado às condições de vida e de sanidade do animal.
ZEROHORA.COM

Medidas estabelecidas
No prazo de um ano, as empresas de ônibus deverão providenciar junto às montadoras, locais exclusivos nos veículos para o transporte de animais. Os cães e gatos serão transportados em caixas de até 41x36x33 cm, com capacidade para suportá-los e que ofereça segurança a si e aos passageiros, estando limpos e desinfetados. Os animais serão alojados no assoalho, próximo ao proprietário, restritos ao espaço físico da poltrona do passageiro e deverão ficar confinados durante toda a viagem. Eles não poderão ocupar o espaço do assento destinado a passageiros, ficando, também, proibida sua acomodação no corredor. O proprietário do animal, sob pena de impedimento para prosseguir viagem, é obrigado a manter a higiene da caixa do cão ou do gato durante todo o trajeto. O animal deverá, obrigatoriamente, estar sedado ao embarcar e assim permanecer durante toda a viagem. No momento do embarque, deverá ser apresentado atestado de médico veterinário, emitido no período de 15 dias antes da viagem, declarando boa condição de saúde do animal, sendo repassada cópia do documento ao representante da transportadora. A carteira de vacinação deverá constar o registro das vacinas anti-rábica e polivalente. Fêmeas grávidas ou no cio não poderão ser transportadas. O transporte de cada animal será realizado mediante o pagamento de 50% do valor da passagem do proprietário e o comprovante apresentado no momento do embarque de ambos.

298. Lei do transporte intermunicipal de animais de pequeno porte

Lei nº 12.900, de 04 de janeiro de 2008.
Assegura direito aos proprietários de animais de pequeno porte e de cães-guia no transporte rodoviário intermunicipal.

A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.
Faço saber, em cumprimento ao disposto no art. 82, inciso IV, da Constituição do Estado, que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte:
Art. 1º - Aos proprietários de animais domésticos de pequeno porte fica assegurado o direito de transporte dos animais nas linhas intermunicipais regulares.
§ 1º - Para os efeitos desta Lei são considerados animais domésticos os cães e gatos até 8 (oito) Kg.
§ 2º - O direito ao transporte fica limitado a 2 (dois) animais por viagem.
§ 3º - Para o exercício do direito de transporte, o proprietário deverá apresentar:
I - documento firmado por médico veterinário atestando as boas condições de saúde do animal, emitido no período de 15 (quinze) dias antes da data da viagem; e
II - carteira de vacinação atualizada, na qual conste, pelo menos, as vacinas anti-rábica e polivalente.
§ 4º - Os animais devem estar devidamente higienizados.
Art. 2º - Os animais deverão ser acondicionados em caixas de transporte apropriadas ou similares durante a sua permanência no veículo, devendo ser transportados em local definido pela empresa e que lhes ofereça condições de proteção e conforto, nos termos dos arts. 12 e 13 da Lei nº 11.915, de 21 de maio de 2003 - Código Estadual de Proteção aos Animais.
Art. 3º - As empresas poderão cobrar tarifas pelo serviço de transporte previsto no art. 1º da presente Lei a ser estabelecida pelo Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem - DAER/RS.
Art. 4º - Aos portadores de deficiência visual que dependam de cães-guia para sua locomoção também fica assegurado o direito ao transporte nas linhas abrangidas pela presente Lei, limitado a um animal por viagem independente de peso e de cobrança de tarifa segundo a Lei Federal nº 11.126, de 27 de junho de 2005, e Decreto Federal nº 5.904, de 21 de setembro de 2006.
Art. 5º - Esta Lei entra em vigor 90 dias após sua publicação.
PALÁCIO PIRATINI, em Porto Alegre, 04 de janeiro de 2008.
YEDA RORATO CRUSIUS,
Governadora do Estado.
Registre-se e publique-se.
LUIZ FERNANDO ZÁCHIA,
Secretário de Estado Extraordinário da Casa Civil.
DOE de 07-01-2008, p. 6.
Fonte:
http://www.mp.rs.gov.br/dirhum/noticias/id13030.htm

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

253. Aurrumando a mala... do seu aumiguinho!

Auuuufinal as férias chegaram, e muitos aumiguinhos viajam com seus donos, completamente aulucinados por estas semanas tão auguardadas e muito bem merecidas, longe do trabalho. Então... tá na hora de pensar em aurrumar a mala do seu aumigo e organizar o que levar, pra tornar estes dias de descanso realmente muito deliciosos e sem o tradicional... xiiiiiiiiii, me esqueci!!!!!!!!!!
Algumas dicas pra lembrar :
ração, comedouro, bebedouro, ossinhos de roer, biscoitinhos;
guia e peiteira;
brinquedos;
xampu, toalha, escova dos pêlos e dos dentes, pasta de dentes;
caminha, cobertor;
farmacinha (remédio para otite, enjôo, protetor solar, cotonetes, e outros...);
carteira de vacinação;
sacolinhas para recolher o cocô;
e muita diversão, gaulerinha!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

251. Tecnologia : Chip é "RG" dos animais de estimação

Com a viagem, já tão próxima, do nosso aumiguinho Mahler para a Itália e a obrigatoriedade de entrar no país chipado, surgiu a cãoriosidade de saber... afinal, que engenhoca high-tech é essa?

"Adeus ao tempo que os animais de estimação eram, de certa maneira, “anônimos”. Hoje, até cachorros e gatos podem ter “RG”. Você achou estranho? E a tecnologia usada faz o tradicional documento de papel parecer item da Idade da Pedra. Um minúsculo chip implantado sob a pele do cachorro ou gato reúne informações sobre o animal e seu dono, sistema semelhante ao código de barras. Com um aparelho específico para a leitura do chip, rapidamente, é possível saber as informações sobre o animal e a quem ele pertence. É também uma alternativa para quem vai viajar para o Exterior e tem que provar que o animal está vacinado. O chip, confeccionado com uma espécie de vidro que não é prejudicial ao organismo do animal, é menor do que um grão de arroz e não provoca dor na hora do implante. Com uma espécie de seringa, o veterinário injeta o pequeno “RG” sob a pele do bicho. O “RG” traz segurança aos proprietários de animais. Quando se tem a identificação fica muito mais difícil o dono perder o animal. Ao contrário da coleira, o chip não é facilmente retirado e dura 25 anos!"
Fonte:
http://www.jcnet.com.br/

Mais informações no site : Confederação Brasileira de Cinofilia - http://www.cbkc.com.br/

terça-feira, 15 de abril de 2008

54. Transporte de cães nos ônibus intermunicipais

O bicho viajante
Como proceder para que o cachorro ou o gato seja transportado nos ônibus regulares intermunicipais:
Quem pode viajar
Cães e gatos de pequeno porte, com no máximo oito quilos. Ou cães guias (sem limite de peso), desde que acompanhando o dono cego ou de baixa visão.
Como viajar
Os animais de até oito quilos deverão ir dentro de uma caixa de fibra de vidro ou similar, medindo no máximo 41cm x 36cm x 33cm. A caixa irá no assoalho, na área correspondente à poltrona do passageiro. Preço médio da caixa nas pet shops: R$ 150.
As condições
No momento do embarque, o dono deve apresentar um atestado veterinário sobre a saúde do animal. O atestado deve estar dentro do prazo de validade, de 15 dias. Na carteira de vacinação, deve constar a imunização anti-rábica e polivalente. Preço médio da consulta com veterinário: R$ 50.
Número de bichos
Cada ônibus pode levar no máximo três animais (dois pequenos, dentro da caixa, e um cão guia) por viagem. Terão preferência os primeiros compradores da passagem. Preço do bilhete para animal: 50% do valor da tarifa normal.
A obrigação
O passageiro deve manter a higiene da caixa e do animal durante a viagem.
A sedação
O animal deve viajar sedado. A dose é prescrita pelo veterinário. O próprio dono aplica as gotas do sedativo na boca do bicho, 30 minutos antes do embarque. Ele fica sonolento e calmo, mas não desacordado.
As proibições
Fêmeas grávidas ou no cio não poderão ser transportadas.
A promessa
No prazo de um ano, as empresas de ônibus deverão providenciar, junto às montadoras, locais exclusivos para o transporte de animais.
Fonte de pesquisa : Zero Hora