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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

1741. Festa de Carnaval com o animalzinho de estimação?


A resposta, na maioria das vezes é não. Isto porque muitas das situações em que o animal é inserido nesta época do ano pode ser um risco para a sua saúde.

Vamos começar pelas tinturas da pelagem. É muito comum que sejam oferecidas nas pet shops este tipo de tintura para alegrar a casa e fazer uma brincadeira nos dias de folia, mas alguém já pensou que o animal pode ser alérgico a este tipo de produto, por mais especifico para animais que ele seja? O ideal é não utilizar algo que possa representar um risco para a saúde do animal. E, se for utilizado, sempre deve ser testado antes. O ideal para testar se um produto pode causar alergia é aplicar na extremidade da pata, numa área bem pequena e aguardar 24 horas para verificar se existiu vermelhidão e/ou coceira, por exemplo. Se ficar vermelho, imagina se tivesse aplicado no corpo inteiro do animal? O resultado seria uma crise alérgica e muita coceira!

Outra situação comum é fantasiar os animais e levar para os bailes ou blocos. Mas alguém já parou para pensar no calor desta época do ano? Nossos amigos peludos já possuem uma camada protetora de pelagem que os deixa mais desconfortáveis no calor, quando comparados aos seres humanos e imagina isto associado a uma fantasia ? É importante alertar que o animal pode facilmente, numa situação destas, desenvolver um quadro denominado hipertermia, que nada mais é que um aumento exagerado da temperatura corpórea. Isto porque os animais não suam pela pele, o que ajuda a baixar a temperatura do corpo, como nos humanos. Eles baixam a temperatura do corpo trocando calor interno com o ambiente através da respiração. Por isto ficam tão ofegantes no calor. E com uma sobrecarga de roupinhas e muita agitação podem aumentar muito o calor interno e evoluir para falta de ar, desmaios , convulsão, etc.. Um quadro grave e que requer tratamento hospitalar para reversão. E o que dirá do barulho? É sabido que os animais apresentam acuidade auditiva muito mais aguçada que os humanos. Um barulho na avenida, que muitas vezes é alto até para o homem, é muito maior para essas espécies que recebem o som amplificado em muitas vezes.

Portanto, lembre-se que animais domésticos possuem características específicas que podem impedir que curtam tanto o Carnaval. Por este motivo, o ideal é protegê-los, mantendo-os em locais calmos, sombreados e longe de toda a bagunça. E não se esqueçam de mantê-los sempre hidratados com água fresca e em abundância. Certamente, depois dos bailes, você receberá lambidas de agradecimento do seu melhor amigo por tê-lo mantido em segurança e longe dos riscos das festas.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

1721. Cães e cores

Embora a grande variedade de brinquedos em tons de vermelho, laranja ou verde sejam interessantes para os humanos, essas cores vibrantes não são as melhores alternativas para os pets.

Isso por que, segundo estudos, os cães possuem uma visão bicromática, diferentemente dos humanos que podem compreender a variação de tons presente na cartela de cores do arco-íris (vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e violeta.
  
Para efeito de comparação, um cão provavelmente enxerga em tons de azul escuro, azul claro, cinza, amarelo claro, amarelo mais escuro (provavelmente semelhante ao que percebemos como marrom) e cinza muito escuro. O que nós humanos vemos como verde, amarelo e laranja, pode ser compreendido como tons amarelados para os pets. Violeta para nós é semelhante ao azul para eles. O vermelho pode ser visto como um tom de cinza escuro ou até mesmo preto para os cachorros.

Desta forma, a variação de tons é basicamente reduzida a uma cartela de cores entre amarelo, cinza e azul.  Portanto, brinquedos em tons de branco, azul e, principalmente, amarelo são mais facilmente perceptíveis pelos cães durante a diversão e os mais recomendados também.   Já uma bolinha verde, em vários casos, será difícil para um cão enxergar na grama.



Como a visão do cachorro se diferencia da visão dos humanos

Diferentemente do que muitas pessoas acreditam, os cachorros não enxergam apenas tons de preto, branco e cinza. Assim como na visão humana, os animais possuem células especiais que captam luz, os cones, que são responsáveis pela diferenciação das cores.
A principal razão para esta variação entre a visão dos humanos e dos cachorros está na quantidade de tipos de células cones presentes na visão. Ou seja, a visão dos homens possui uma maior variedade e combinações de células de captação de cores do que a dos cães – que possui apenas dois tipos de cones.
Porém, diferentemente de seus donos, os cães conseguem diferenciar tons de cinza. Tal característica está intimamente ligada a capacidade destes animais de enxergar em ambientes com pouca luz ou mesmo as suas habilidades visuais noturnas. Que são muito mais aguçadas do que as nossas.

Fonte : linkanimal

domingo, 17 de novembro de 2013

1712. A velhice do cão

"Seu cachorrinho já lhe terá proporcionado muitas alegrias. Cuide para que ele tenha um final de vida feliz. Sempre que for possível deixe que ele permaneça ao seu lado, pois este será, realmente, um dos poucos prazeres que lhe restarão na velhice. A grande despedida está próxima, e ele por instinto sabe disso. É natural que deseje a companhia daquele que aprendeu a amar e respeitar durante a sua vida. Não o abandone agora. Ele já não será aquele animal bonito de antes. Seu pelo começa a cair, seu caminho perdeu a elegância, a sua cabeça penderá cansada sobre suas patas. Somente seu olhar acompanhará os passos de seu dono. Lembre-se de que dentro do peito, ele ainda possui aquele coração que vibrará com o som da voz de seu mestre. E, chegando ao fim... Não se envergonhe, chore! Você acaba de perder o mais dedicado dos amigos... O cão!"

(Autor desconhecido)

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

1707. Testes em animais

 
Cãolaboradora : Aumiguinha Ariel

terça-feira, 27 de agosto de 2013

1686. Atitude protetiva para ser copiada!


Defesa Civil trouxe o animal para o abrigo montado no Parque Centenário Foto: Charles Dias / Especial
João Vitor Novoa

A amizade entre Washington Couto da Rosa, 83 anos, e o seu fiel companheiro, um vira-lata de nome “Urso”, foi colocada à prova nesta segunda-feira. Sem condições físicas de levar o cachorro no colo por um longo caminho em meio às ruas alagadas do bairro Navegantes, um dos mais atingidos pela enchente que deixou 313 pessoas desabrigadas em São Sebastião do Caí, o idoso aguardou o socorro ao lado do cão por intermináveis dois dias.

Sem saber a quem poderia recorrer, o senhor de 83 anos, que pensou que a sua família viria ajudá-lo a sair de casa junto com o animal, abrigou o cachorro em meio ao vento, frio e chuva incessante, que já adentrava a sua residência.

— Eu não queria sair sem o Urso. Eu tenho ele há seis meses apenas, mas é o meu único companheiro na casa. Não poderia abandoná-lo — disse Couto da Rosa, que já morou na Fronteira e, ultimamente, vivia em Rio Grande, antes de mudar-se para São Sebastião do Caí há pouco mais de um ano.

A equipe de Bombeiros voluntários de São Sebastião do Caí respondeu a um chamado da família do idoso, que mora na cidade vizinha de Harmonia, e foi resgatá-lo. Caso a espera fosse maior, Washington Couto da Rosa não resistiria, segundo o comandante operacional da corporação no município, Anderson Jociel da Rosa.

— A água já estava no joelho desse senhor. Ele estava fraco, com muito frio e abraçado com o cachorro. Nós o trouxemos rapidamente para a nossa central de resgates. Colocamos um cobertor nele, e já providenciamos a sua internação no Hospital Sagrada Família — recordou Rosa.

Com hipotermia, Couto da Rosa foi internado, ainda trôpego, em virtude das horas que ficou com a água corrente em suas pernas, e triste pela perda de seus poucos bens.

— Ele estava combalido emocionalmente e com “geladura”, que é o termo técnico que nós usamos. Tinha vindo morar na cidade há pouco tempo, para ficar perto das filhas. Ele não sabia que São Sebastião do Caí tinha esse problema enorme com as enchentes. Estava chateado porque tinha perdido tudo o que tinha — explicou o médico que atendeu o paciente, Ricardo Fernando Jantzen.

Após chegar no início da tarde no hospital, o homem de 83 anos foi liberado às 16h e levado pela prefeitura para a casa de suas duas filhas em Harmonia. Quando chegou, ele só queria uma coisa.

— Quero tomar um banho muito quente. Agora que sei que o Urso está bem, posso descansar e tomar uma canja — concluiu, sabendo que o cão está no abrigo improvisado de cães resgatados do Parque Centenário, organizado pela ONG Vira-Lata da Net.

DoaçãoA Defesa Civil de São Sebastião do Caí está otimista para os próximos dias. A previsão é que as chuvas cessem, e o nível do rio Caí diminua ainda mais. Nesta segunda-feira, o nível baixou de 13,9 metros para 13,8 metros. A cidade tem 758 pessoas desalojadas, além de 313 desabrigadas. Um total de 368 residências foram danificadas pela forte chuva. A prefeitura tem três locais para abrigar as famílias que não tem para onde ir: Parque Centenário, Comunidade Católica do Bairro Rio Branco e Associação de Moradores do Bairro Quilombo. Doações de cobertores, roupas, sapatos e mantimentos devem ser encaminhadas para o Salão Paroquial da Comunidade Católica. Maiores informações através do número 51-36351012. 

Fonte : Zero Hora - Geral - 26/08/13

Cãolaboradora : aumiguinha Nastácia

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

1685. Tudo de bom!!!

4 razões científicas para adotar um cachorro


Precisa mesmo da ciência? Essa foto não basta? Pensar na recepção calorosa toda vez que você chegar em casa também não é suficiente? Bem, então, vamos lá.
 
DIMINUI ESTRESSE NO TRABALHO 
Pesquisadores da Universidade da Comunidade da Virginia pediram a 30 funcionários de uma empresa para levarem seus cachorros ao trabalho, durante uma semana. Outro grupo de 35 funcionários seguiria a rotina normal, sem a companhia dos bichinhos. Todos os voluntários tiveram de responder a questionários e ceder amostras da própria saliva aos pesquisadores  (foi usada para medir o nível de estresse). Ao final do dia, os funcionários “solitários” acabavam o dia mais estressado do que os felizardos acompanhados pelo cão.

DEIXA SEU CORAÇÃO MAIS SAUDÁVEL
Se a companhia de um cachorro deixa você menos estressado, não é difícil concluir que seu coração também fica mais saudável. Dessa vez a pesquisa é lá do Japão. Um grupo de pesquisadores monitorou a vida de 191 pessoas, de 60 a 80 anos, com colesterol alto, diabetes e pressão sanguínea alta. 40% dos participantes tinham cachorros. E era esse grupo que corria o menor risco de morrer (medido pela variação dos batimentos cardíacos). Já entre os que já tinham problemas nas artérias do coração, os donos de cachorros viviam, em média, até um ano a mais do que os outros. Os pesquisadores acreditam que, além de diminuir o estresse, a companhia do bichinho supre parte da nossa necessidade de interação social. E isso, claro, nos deixa mais saudáveis.

AJUDA A CONQUISTAR MULHERES
Quem fez o teste foi um psicólogo francês chamado Nicolas Guégen, da Universidade da Bretanha do Sul, na França. Ele pediu a um ator para pedir o número de telefone de mulheres aleatórias na rua. Na primeira vez, o cara foi sozinho. E só 11 mulheres, dentre 120 abordadas, passaram o número. Quando ele levou um cachorro o número subiu para 34 – sim, três vezes mais!


FAZ BEM AOS BEBÊS
Parece arriscado manter um bebê e um cachorro, cheio de bactérias, no mesmo lugar? Fique tranquilo. Eles só fazem bem: fortalecem o sistema imunológico dos pequenos. Médicos finlandeses acompanharam 397 recém-nascidos ao longo de um ano. E aqueles que ficavam menos doentes (29 dias a menos) eram os bebês que tinham um cão em casa.
E aí, convencido?

Fonte : SuperInteressante - Ciência Maluca - agosto 2013

quarta-feira, 15 de maio de 2013

1656. Maltrato animal

“Embozalado” (Amordaçado), obra de Daniel Segura Bonnet, artista colombiano.

Em um interessante artigo reproduzido esta semana nas redes sociais, Laurent Bègue, professor de Psicologia Social na Universidade Pierre Mèndes-France de Grenoble, se refere ao maltrato animal como um novo medidor que está servindo a criminologia internacional para analisar a extrema violência que o ser humano pode desenvolver no meio social.

Maltratar um animal é, em muitos casos, a consequência de uma frustação ou de um trauma e é um comportamento que se adquire durante a infância. Pode se desenvolver também na adolescência. O maltrato animal nasce no seio familiar ou escolar e pode se transformar em um comportamento anti-social.

O maltratado e em especial o maltrato aos animais de companhia está presente em qualquer grupo humano, pois as crianças assim como os animais domésticos são os primeiros catalizadores de nossas frustrações.

No entanto, em nossa época, o maltrato animal chegou a um nível considerável de tortura. Um exemplo disso é a denúncia que um colaborador do Soyperiodista.com fez há pouco tempo. “Os animais importam”, publicado dia 03 de maio e que se referia ao caso de um homem em Ibagué (Tolima, Colômbia), que matou um cachorro segurando pela cauda e lançando o animal violentamente contra o chão.

A violência contra os animais é mais frequente do que imaginamos, ainda que uma proteção para não vê-la e não sofrê-la seja a de tomá-la como uma violência banal: “são somente animais”.

Os atos de crueldade contra os animais falam muito sobre a personalidade de quem os comete. Esse tipo de crueldade pode variar desde golpes até a retirada da pele dos animais ainda vivos (cachorros e gatos pequenos), sem contar a utilização para fins sexuais a que são submetidos.

Essa relação de violência do homem com o animal impulsionou os pesquisadores de criminologia a tomá-la como um medidor fiável do grau de violência em indivíduos que cometeram ou que podem cometer crimes e outros delitos graves.

Psiquiatras e especialistas em Psicologia Social da Universidade do Pacífico, na Califórnia, comprovaram, por exemplo, que 45% dos autores de nove massacres cometidos em escolas nos Estados Unidos durante os últimos 20 anos haviam praticado atos de barbárie contra seus animais domésticos.

O professor Laurent Bègue cita um estudo que merece atenção, é o caso que aconteceu após o massacre na Escola de Columbine, Colorado, dia 20 de abril de 1999.
Os criminologistas constataram que Eric Harris e Dylan Klebold, os dois estudantes que mataram 12 de seus colegas de escola, um professor e feriram mais 20 pessoas antes de cometerem suicídio, haviam confessado que quando eram crianças gostavam de praticar mutilações e provocar sofrimento aos seus animais.

O professor Bègue se refere a outros dois casos: “Em um estudo retrospectivo realizado em uma prisão com 36 autores de assassinatos, 36% deles admitiram ter matado ou torturado animais durante a infância e 46% cometeram atos de crueldade durante a adolescência. Em outro estudo realizado em um meio carcerário com 180 presos, Brandy Henderson, da Universidade do Tennessee, comprovou que os atos de violência contra animais que os detidos declararam haver cometido eram particularmente frequentes”.

Tipos de maus-tratos que os detidos praticam com os seus animais ou com outros animais:

- afogamento (17,5%);
- espancamento (82,5%);
- disparos (33,0%);
- pontapés (35,9%);
- estrangulamento (17,5%);
- queimaduras (15,5%);
- utilizam para fins sexuais (22,3%)

A crueldade com os animais segundo Franck Ascione, da Universidade de Denver, é um comportamento socialmente inaceitável, pois o intuito do torturador é causar dor, sofrimento, angústia e/ou morte do animal por puro prazer.

A psiquiatria permite afirmar que os atos de crueldade cometidos por uma criança podem revelar uma precoce predisposição para desenvolver condutas anti-sociais. Uma criança torturadora de animais é suscetível a ter problemas com a justiça quando for adulta.

As razões que levam um indivíduo a maltratar um animal

Os americanos Stephen Kellert e Alan Felthous, das Universidades de Yale e do Texas, citam oito razões que levam um indivíduo a maltratar ou torturar os seus animais domésticos:

1-      Controle: o animal é golpeado para que não continue manifestando comportamentos indesejados (latir, saltar, brincar…);
2-      Castigo: aplicar um castigo extremo para que não volte a repetir algum hábito incômodo (ensujar ou vomitar em lugares que são proibidos para ele);
3-      Falta de respeito: Está relacionado a preconceitos culturais. É quando uma pessoa acredita que pode maltratar ou negligenciar um animal já que sua condição de inferioridade não o faz merecedor de nenhuma consideração;
4-      Instrumentalização: Utilizar os animais para “dramatizar” a violência, é o caso das rinhas de cães;
5-      Amplificação: o animal é utilizado para impressionar, ameaçar ou ferir uma pessoa. Aqui se verifica a transferência da violência humana contra o animal;
6-      A violência como provação ou como exemplo: Maltratar um animal perante um grupo com a finalidade de fazer com que os seus membros se convertam em testemunhas de uma forma de superioridade do agressor. O indivíduo também pode torturar por diversão;
7-      Vingança: O indivíduo agride um animal para vingar-se de seu proprietário;
8-      Por deslocamento: O animal é maltratado porque o indivíduo não tem a possibilidade ou é incapaz de maltratar quem lhe provocou uma frustração ou uma decepção. Não consegue fazê-lo porque tem medo ou porque a pessoa é inatingível. É o caso do empregado que espera uma promoção e que na impossibilidade de tê-la, regresa a casa e dá pontapés em seu animal doméstico.

A análise do professor Laurent Bègue nos leva a concluir que a tortura contra os animais nasce de uma má qualidade de vida. Os animais pagam pela nossa dificuldade para viver, pagam por serem testemunhas inocentes da nossa própria mediocridade.

Autoria : Loren Claire Canales

terça-feira, 12 de março de 2013

1631. Posse responsável


Já imaginou se sua mãe tivesse te jogado na rua porque você solta pum?
Uma campanha muito legal está em pauta no Reino Unido. E aqui também devemos fazer: a de NÃO DAR um bicho de presente de Natal ou outra data significativa, ou ADOTAR sem se compromissar com a vida dele. Simplesmente porque bicho não é um bem a ser comprado ou escolhido e depois descartado com desculpas imbecis.
Centros de resgate listaram as piores desculpas de quem não quer mais um animal.
Entre elas, estão as de que o bicho não combina com o sofá, que ficamos feios com o tempo e até que soltamos gases. Por isso, devemos ir para o lixo.
Que beleza, hein?
Abaixo, veja as 9 desculpas mais ridículas que eles encontraram, além de uma, que costumo ouvir
1 - O cão não combina com o sofá
2 - Não é tão bonito como ele costumava ser
3 - Ele ficou muito grande para a casa
4 - Late demais
5 - Assusta o peixinho
6 - Ronca muito alto
7 - Não faz truques
8 - Ele solta pum
9 - Tem cheiro de "cão"
10 - Ele faz cocô (sério? e você não sabia...)
Essa número 10 vem da experiência própria. Já ouvi de mais de um humano falar isso. Fazemos sim, e você não faz?
Fonte: Daily Mail
Enviado pela aumiguinha cãolaboradora Ariel

Existem vários modelos de documentos para formalizar a doação, adoção e posse responsável de um animalzinho e que podem ser buscados na internet. O assunto é super importante porque envolve o bem-estar físico e mental do animalzinho o que, infelizmente, pode ser desconsiderado pelo adotante. 

Modelo de Termo de Compromisso de Doação, Adoção e Posse Responsável  do Instituto de Proteção aos Animais do Brasil


O presente instrumento particular, denominado Termo de Compromisso de Doação, Adoção e Posse Responsável, doravante denominado “TERMO”, tem por objetivo descrever as condições da concessão do animal abaixo especificado no item 2 deste TERMO, doravante denominado de “OBJETO DE DOAÇÃO” ou “ANIMAL”, estabelecida entre as PARTES, de um lado o Cessor, doravante denominado “DOADOR”, e do outro lado o Beneficiário, doravante denominado “DONATÁRIO”, ambos especificados no item 1 deste TERMO.

1. DAS PARTES

1.1. DOADOR

Institui-se DOADOR, Nome completo , portador da cédula de identidade n.º , SSP/SP, inscrito no C.P.F. sob o n.º , nascido(a) em / / ,na cidade , estado , profissão , estado civil , residente e domiciliado à endereço completo , bairro , cidade , estado , CEP .

Telefone Residencial:
T+elefone Comercial:
Telefone Celular:

1.2 DONATÁRIO

Institui-se DONATÁRIO, Nome completo , portador da cédula de identidade n.º , SSP/SP, inscrito no C.P.F. sob o n.º , nascido(a) em / / na cidade , estado , profissão , estado civil , residente e domiciliado à endereço completo , bairro , cidade , estado , cep .

Telefone Residencial:
Telefone Comercial:
Telefone Celular:


2. DO OBJETO DA DOAÇÃO

2.1 CARACTERÍSTICAS

a) Espécie: canina/felina.
b) Raça: raça/mestiço .
c) Sexo: .
d) Nascimento: .
e) Cor: cor/padrão;
f) Tipo de Pêlo/Pelagem: .
g) Porte:pequeno/ médio/grande.
h) Outras informações/Sinais/Características: sinais/características relativas à descrição física do animal
.

2.2. CONDIÇÕES DE SAÚDE PERFEITA.

2.2.1 VERMIFUGAÇÃO

O ANIMAL não foi/foi vermifugado e deverá ser após consulta veterinária, a qual estabelecera o vermífugo ideal.
2.2.2. VACINAÇÃO

O ANIMAL não recebeu/recebeu a 1.ª dose da Vacina V10, que deve ser dada entre 54 á 60 dias de vida, 2ª dose aos 90 dias e a 3ª dose aos 120 dias e mais a Vacina Contra Raiva.

2.2.3. ESTERILIZAÇÃO

O ANIMAL não foi esterilizado.

3. DAS OBRIGAÇÕES e DEVERES DO DONATÁRIO

3.1. DEVERES

São deveres do DONATÁRIO:

a) Cuidar do ANIMAL dando-lhe alimentação, abrigo e condições dignas e adequadas de bem estar e Saúde.
b) Providenciar a aplicação anual da Vacina Contra Raiva no ANIMAL, em clínicas veterinárias autorizadas;
c) Providenciar o reforço anual da Vacina V10 no ANIMAL;
d) Praticar a Posse Responsável de acordo com a legislação vigente;
e) Comunicar ao DOADOR, a mudança de endereço, desaparecimento, falecimento ou quaisquer outras ocorrências que dizem respeito ao destino do ANIMAL.

3.2. PROIBIÇÕES

Não é permitido ao DONATÁRIO:

a) Abandonar o ANIMAL;
b) Maltratar o ANIMAL;
c) Doar ou vender o ANIMAL, em caso de extrema necessidade deverá ser previamente comunicada ao DOADOR, de acordo com a letra E, do item 3.1 deste TERMO.

3.3. DO NÃO CUMPRIMENTO DAS OBRIGAÇÕES DO DONATÁRIO

O não cumprimento do DONATÁRIO de quaisquer dos itens deste TERMO incorrerá nas penalidades previstas na Legislação vigente e será feita a retirada do animal de imediato e ainda o DONATÁRIO poderá vir a responder judicialmente pelos seus atos ou pelos atos praticados pelo ANIMAL, objeto desta doação, sob sua responsabilidade única.

4. DOS DIREITOS DO DONATÁRIO

4.1. DEVOLUÇÃO

Fica estabelecido direito de devolução no prazo de 30 (trinta) dias corridos, contados a partir desta data, do ANIMAL ao DOADOR, desde que constatado:

a) A não adaptação do ANIMAL à residência do DONATÁRIO, devido à presença de outros animais;
b) A não aceitação por parte do ANIMAL ao DONATÁRIO ou atitude agressiva ou semelhante por parte do ANIMAL que possa vir a por em risco a segurança e saúde do DONATÁRIO e às pessoas que com ele habitarem;
c) O fornecimento de informações falsas ou que não correspondam com as descritas no item 2 deste TERMO, pelo DOADOR ou, ainda, ausência de informações sobre as características e condições gerais , de saúde e comportamento do ANIMAL.

5. DOS DEVERES DO DOADOR

O DOADOR compromete-se a:

a) Fornecer e especificar no item 2 deste TERMO, todas as características que julgar necessárias referentes a aspectos físicos, de saúde e comportamento do ANIMAL, sendo facultativo ao DONATÁRIO, no caso do não cumprimento desta condições, a exercer o seu direito de devolução, de acordo com o item 4.1 deste TERMO;
b) Efetuar contatos, físicos ou por quaisquer outros meios, com o DONATÁRIO, a fim de verificar as condições gerais do ANIMAL;
c) Registrar queixa ou efetuar denúncias aos órgãos competentes, no caso do não cumprimento da legislação específica de Proteção à Fauna e aos Animais em geral;
d) Orientar corretamente o DONATÁRIO sobre a Posse Responsável.


7. DOS DIREITOS DO DOADOR

Fica estabelecido o direito ao Doador de:

a) Efetuar visitas ao Donatário, a fim de verificar as condições em que se encontra o ANIMAL;
b) Rever e/ou retirar do DONATÁRIO a posse do ANIMAL, se o DONATÁRIO não estiver correspondendo às condições descritas no item 3.1 e 3.2 deste TERMO

São Paulo, de de 2009.
DOADOR:
Nome:
RG:
_______________________________________________________
Assinatura

DONATÁRIO

Nome:__________________________________________________
Rg: ________________

__________________________________________
assinatura


TESTEMUNHAS
Nome:
RG:
_______________________________________________________
Assinatura


Nome:
RG:

_______________________________________________________
Assinatura


_______________________________ ­­­­­­­­­­­­­­­
Assinatura doador

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

1616. Reforço cãolorado!

Cão invade treino do Inter, rouba cena e ganha afago de Muriel e Agenor

Cachorro correu por alguns minutos no CT do Parque Gigante atrás dos jogadores

Por Diego Guichard Porto Alegre

Cão rouba a cena em treino do Inter (Foto: Diego Guichard) 
Cão rouba a cena em treino do Inter
(Foto: Diego Guichard)

Uma cena pra lá de inusitada chamou atenção durante o treino do Inter realizado na tarde desta segunda-feira, no CT do Parque Gigante. Por volta das 18h, um cão invadiu o campo e correu atrás dos jogadores colorados.

Em velocidade, o cachorro correu até o centro do campo e acabou sendo chamado por Agenor. Ganhou um afago do goleiro, assim como de Muriel.

Cheio de energia, o “cusco” partiu atrás de Caio e Ygor, que estão em fase de fisioterapia e só corriam ao redor do gramado. Logo em seguida, saiu pelo portão, atrás de torcedores que acompanhavam a atividade.

Quando o cão parecia ter deixado o complexo, ressurgiu na casamata reservada para a imprensa e começou a latir. Quando Muriel saltou para defender a bola, o cachorro não teve dúvida: invadiu novamente e pulou no goleiro, que não parava de rir.

- Ele quer brincar – falou o auxiliar de preparador de goleiros Daniel Pavan.

Pouco depois, o cão acabou isolado atrás do portão de acesso ao campo. Reclamou com latidos, mas não teve jeito. Só observou o trabalho pelo lado de fora, até o final.

Cão rouba a cena em treino do Inter (Foto: Diego Guichard)Muriel não teve sossego com o cão brincalhão (Foto: Diego Guichard)
Fonte : globoesporte.globo.com/futebol
 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

1611. Cuidados com os dentes dos cães

Dentes dos cães

Autoria : MARTHA  FOLLAIN           

Ao nascerem, os cães não possuem dentes. Os dentes de leite surgem a partir do 20º dia até a 5ª semana – são 28 dentes de leite (temporários ou decíduos) e depois 42 dentes permanentes. Os dentes de leite são perdidos gradualmente, no período entre a 14ª e a 30ª semana, e nascem os definitivos. Entre sete e nove meses, geralmente, já houve a troca de todos os dentes de leite e os definitivos já estão todos presentes.
O tutor deve verificar se os dentes de leite caíram. A permanência dos dentes de leite pode trazer vários problemas na saúde do animal e deve ser resolvida com a extração, pelo médico veterinário especialista em odontologia veterinária. As datas de erupção e muda podem variar em função da raça. Durante a muda, os cãezinhos podem comer um pouco menos e mastigar mais: seus sapatos, pernas de mesa, etc. Brinquedos de borracha dura devem ser utilizados para ajudar o filhote a ultrapassar essa fase.

Os dentes definitivos do cão são: 6 incisivos, 2 caninos, 8 pré-molares e 4 molares em cima e 6 incisivos, 2 caninos, 8 pré-molares e 6 molares embaixo.



A escovação deve ser iniciada ainda com os dentes de leite, para acostumar o cão. Há pastas de dente próprias para cães e deve-se escovar uma vez ao dia. Em geral, o mau hálito é causado pela placa bacteriana, popularmente conhecida como tártaro (que é a calcificação da placa bacteriana), ocasionando gengivite, doença periodontal e cálculos dentais.

A consequência da doença periodontal não é só na boca, mas as bactérias podem entrar na circulação sanguínea e se alojarem em órgãos vitais como rins, coração, fígado e outros. Se o animal estiver com mau hálito, deverá ser levado ao veterinário, pois pode haver outras causas além da placa bacteriana: tumores, lesões nas mucosas, lesões no palato, sinusite, endocardite, nefrite, etc.

Portanto, escove todos os dias os dentes de seu animal, leve ao veterinário com frequência para exame da boca, e ofereça a alimentação indicada pelo veterinário – o tártaro é produzido por alimentos macios, tenros e cozidos, o que leva à má conservação dos dentes.

Terapias Complementares:
Florais de Bach – para a época da muda nos filhotes, “walnut”;
Fitoterapia, para escovação – raspas de juá, uma vez por semana, pois podem causar abrasão.

Texto registrado na Biblioteca Nacional – Direitos autorais –Reprodução permitida, desde que, com todos os créditos da autora e de seu trabalho.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

1603. Eles são demais!!!



Pesquisa mostra que a presença de cachorros ajuda em aulas de leitura

por Redação Galileu
 Shutterstock
A pesquisadora Lori Friesen, da Universidade de Aberta, provou que o convívio com cães pode ajudar no aprendizado das crianças. No estudo, ela levou dois cães, chamados Tango e Sparky, para acompanhar as aulas de crianças de 6 a 7 anos. Segundo o site EurekAlert!, companhia canina melhorou o desempenho escolar.
Segundo Lori, o período dos 6 aos 7 anos é essencial para determinar se a criança será um adulto leitor ou vai fugir do livros pelo resto da vida. E os cães se mostraram um importante motivador para as crianças adquirirem o hábito. Uma vez por semana, a pesquisadora levava um de seus cachorros para as aulas de escrita e leitura que ministrava. Segundo Lori, os cães ajudaram particularmente aquelas crianças que tinham problemas na hora de ler em voz alta.
A cada nova palavra que os alunos desconheciam, a professora explicava seu significado e eles ensinavam a nova palavra ao cachorro. A presença do animal era encarada pela turma como a de mais um amiguinho, dando mais confiança aos alunos e criando um ambiente que favorecia o aprendizado.
“Um terço dos alunos começou a ler ou escrever com seus próprios cachorros, em casa”, diz a professora. “As crianças estavam constantemente aprendendo e se encantando com os textos. Afinal, é assim que a criança deve encarar a literatura.”

 Mouses personalizados
Editora Globo
Para agradar as crianças mais conectadas, nada melhor do que um mouse diferente. Aparelhos da marca suíça Pat-Says-Now já são vendidos no Brasil e podem ser encontrados nas lojas Fnac. Com vários formatos e cores, custam em média R$ 90.
Gente grande também adorou a novidade!!!

domingo, 16 de setembro de 2012

1560. O voto pela causa dos animais

                           Foto : RSantini

"Não, não preciso dizer que esta é a eleições com o maior número de candidatos ‘pelos animais’ que já vi. Entre idealistas e picaretas, vários são os que aparecem no santinho de papel, ou eletrônico, abraçados a um cachorro. Claro, ninguém abraçaria um porco, uma cochonilha ou uma galinha. Iria provocar risos entre a patuléia, a mesma que é obrigada a apresentar documento e apertar uns botões em uma urna. Ganha um feriado, e assim se faz uma democracia, em tese.

O fato é que um expressivo número de franco-atiradores, digo, candidatos, descobriram o nicho ‘animais’ – e, obviamente, não falo do setor pecuarista, que já descobriu há muito o nicho ‘animais’, mas com um sabor diferente, digamos. Há ativistas, protetores/socorristas, vegetarianos e veganos que tornaram público sua afiniade com os não-humanos com intenção de ganhar simpatia do eleitorado, essa massa disforme que muitas vezes age como lemingues, outras vezes como corais, búfalos ou formigas, e outras vezes como nenhuma das opções anteriores.

No Brasil é obrigatório votar, exceto as exceções, então quem está dentro da causa animal terá um leque de opções vinculadas a seu pensamento para saber em quem depositar seu voto. Este é um farsante? Aquele já fez projeto contra os animais, e agora vi no Facebook uma foto dele com cachorro? Aquela tem trajetória reconhecida na causa, esta é mais ou menos? Que todos tenhamos interesse em descobrir essas respostas, pois serão quatro anos, desdobráveis em outros, com alguém ajudando na defesa, ou ajudando a dinamitar nossas já frágeis estruturas de defesa dos animais não-humanos.

O ‘candidato conversinha’.

Quer dizer, é necessário dar uma peneirada geral, uma pesquisada báscia – Google não tem taxímetro – e mesmo o diálogo com outros interessados, para não dar um voto a um oportunista ‘dos bichinhos’ e, ao mesmo tempo, deixar de votar em alguém que tem o culhão necessário para adentrar na política, sabendo que lá dentro a briga é de foice afiada.

Porque também não podemos cair no mantra boca-suja de dizer ‘odeio política’. Quem odeia política deve ser mudar para a Lua ou para Marte, pois mesmo no meio do mato a política lhe alcançará no dia a dia. Política não é o ‘horário eleitoral’ na televisão, como já ouvi de alguns eternos desinformados. Não podemos ser ingênuos. O que vestimos, por onde andamos, nossas ‘escolhas’, dinheiro, saúde, segurança, calçada suja, carroça, ‘tadinhas das crianças passando fome’, tudo está debaixo desse guarda-chuva chamado política. Que não se resume ‘àquela roubalheira lá em Brasília’, nem em ‘odeio PT’ ou ‘odeio quem odeia o PT’.

Não podemos ser tão simplórios na maneira de ver, pois há quem realmente faz, fez e/ou fará ações dignas em prol dos animais, quais sejam. Ainda há muito o que fazer, e parece até clichê dizer que é o povo quem escolhe seus líderes – embora às vezes o cenário político pareça uma novela, que conta conosco como meros telespectadores. Ressalto, pois ouço gente dizer que está farto da política, como se fosse um corpo vivo à parte, e não um acordo entre todos. Se há problemas, revejamos esse acordo, ou pensemos porque a maioria tende à apatia moral, à bundamolice ideológica, ao conformismo de quem se abstém de ajudar a preparar o bolo que, lá adiante, terá que comer também.

O voto pelas minorias humanos tem se solidificado no Legislativo. Falta agora botar, ‘lá dentro’, gente raçuda que vai afiar sua foice em prol dos animais. Mas os animais não têm título eleitoral, ainda que submissos, também, aos ditames da política. Você vai votar por eles, ou contra?"

Autoria : Marcio de Almeida Bueno

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

1553. Sniff... sniff...

Meu melhor amigo se foi mas continua comigo

Ulisses Tavares

Nesta noite de domingo ele dorme, como sempre, aqui no meio da sala.
Só que, desta vez, não irá acordar nunca mais.
Meu melhor amigo, o Ferinha Mel, morreu da maneira que viveu: como um anjinho.
Olhando seu corpo peludo, sua carinha de criança cheia de cabelinhos brancos, meu coração encolhido, angustiado, exausto pelas tentativas de hoje a tarde, no mercenário hospital veterinário, de espetar e entupir seu combalido ser de remédios e soros, penso que atendi seu último desejo, no último olhar que me dirigiu.
Em nossa comunicação visceral, entendi o que me disse:
Pai, me tira desse lugar, quero partir lá onde aprendi a ser feliz desde filhotinho. A nossa casa.
Ferinha Mel nunca teve uma casinha de cachorro, teve é uma casa inteira para o cachorro.
Tanto que agora há pouco a veterinária insistiu em leva-lo de volta ao hospital e eu, em nome dele, recusei.
Nem daria tempo: seu coraçãozinho parou de repente, cercado de pessoas que o conheciam e o amavam.
Vai ficar o profundo vazio de sua presença física, sei, claro.
Meu grudinho. Meu pançudinho. Meu encrenquinha. Meu melhor amigo. Meu filho. Meu amor.
Neste velório íntimo e dolorido, em que minha alma escorre em lágrimas, continuo sabendo o que ele quer.
Que eu me lembre que ele só veio parar em meus braços para me alegrar, repartir, consolar, se doar e agradecer as zilhões de pequenas coisas que compartilhamos.
Foi ele quem me estimulava a defender os animais, todos.
Foi ele quem me mostrou que não há dia ruim que não melhore diante de uma boa lambida.
Foi ele quem me ensinou a abanar mais o rabinho e rosnar menos.
No céu dos cachorrinhos, continuará a fazer isso.
E na terra fico eu com seu legado, sua herança abençoada, sua sabedoria de carpem diem.
Ferinha Mel apenas finge que morreu, o sapequinha.
O safadinho sabe muito bem que continua aqui, para o resto de minha vida.
Uma vida que, confesso, me parece no momento bem triste.
Mas não é o que ele me deseja.
Por isso prometo: quando ficar vendo o mundo cinzento demais, chamarei por ele e suas vívidas lembranças.
Não há adeus, portanto, apenas a humana dor da perda.
Ferinha Mel, tenho apenas tudo a agradecer.
Ulisses Tavares tem agora vivo dentro do peito o Ferinha Mel a lhe consolar, ensinar. Como sempre foi e será.

Ulisses Tavares e Ferinha Mel

quarta-feira, 23 de maio de 2012

1478. Energia, equilíbrio e harmonia do ambiente + bichinho de estimação = :)

Feng Shui: conheça o alto astral dos bichos de estimação


Parece que alguém anda espalhando que não é "um bom negócio" ter bichanos em casa, pelo menos é o que notei nas perguntas que recebo de leitores que "alguém" falou que no Feng Shui não é bom ter animais em casa: pura mentira. É ótimo para as pessoas e ambientes ter animais no lar e, até em empresas, se for permitido.

Estudo feito pela psicóloga Deborah Wells, da Universidade de Queens, na Irlanda diz que "é possível que os cães possam promover diretamente nosso bem-estar, já que afastam o estresse, um dos fatores de risco à saúde, pois, os donos de cães estão mais propícios a ter menor pressão sanguínea e colesterol. Tudo isso em função das caminhadas regulares com o animal".

Para o Feng Shui, animais são seres vivos que trazem energia e vida aos ambientes e para as pessoas. Qualquer animal, seja um gato, cachorro, pássaro, peixe ou tartaruga, é sinônimo de vida. E vida é energia.

Se um bicho de estimação, como um cachorro, por exemplo, fosse acompanhado de manual de instruções, ele seria mais ou menos assim:

Para ligar: já vem ligado. O bicho não para de se mover enquanto o proprietário não mandar ele parar (e muitas vezes ele não para mesmo assim). Estes movimentos, agitos, barulhos e correria podem aumentar a energia no ambiente.

Para desligar: não tem este comando. Só irá fazer pequenas pausas, para repor as energias.

Aviso: ao sinal de qualquer movimento ou barulho do proprietário, ele liga automaticamente e começa de novo o agito, que aumenta a energia nos ambientes.

Uso indicado para: um bicho estimação pode ser útil para muitas finalidades. Conheça algumas:

Amigo e companheiro: é um ótimo amigo, aliado, companheiro para qualquer hora e momento, até para assistir aquele filme longo no vídeo.

Atleta nato: está sempre pronto para nos acompanhar em um passeio, fazer exercícios e se movimentar.

Bom ouvinte: é um ótimo parceiro para escutar nossos problemas ou desabafos. Sempre pronto para nos ouvir, com toda a atenção.

Discreto e confiável: escuta nossos problemas e intimidades e não comenta com ninguém.

Imparcial: quando surge um problema na casa, não toma partido de ninguém. Mantém-se imparcial.

Conciliador: em conflitos ou desentendimentos, procura fazer com que as partes se entendam, fazendo a ligação entre elas.

Animador: em qualquer ambiente que freqüente, sempre alegra, anima e diverte as pessoas com seu jeito sincero de ser e viver a vida.

Amoroso: é muito carinhoso e amoroso com as pessoas. Adora beijar, lamber e abraçar.

Contra indicações

É um pouco espaçoso e folgado. Acha-se no direito de dormir na cama dos donos ou no sofá da sala.

É ciumento. Acha que o dono é sua propriedade e que ninguém pode chegar muito perto dele. Quer atenção exclusiva e total dos donos.

Barulhento. Acha que pode latir a qualquer hora. Exageros à parte, com toda a certeza um bicho de estimação, seja ele qual for, é um ponto muito positivo na vida de uma pessoa ou família.

Já faz parte da minha rotina em consultorias, chegar em uma casa ou empresa e ver a foto de um bichinho, num porta retrato em posição de destaque, juntamente com o restante das fotos da família (isto quando não tem só a foto do bichano).

Que criança não adora brincar com um cão ou gato e vice-versa? Aliás, para uma criança, o contato com animais é muito salutar, pois o animal segura muita energia negativa, do tipo "quebranto, olho gordo e mal estar".

O mesmo também é verdade para pessoas idosas ou sozinhas. O animal vira um companheiro e escudeiro. Segundo muitas pesquisas médicas, um animal de estimação ajuda a curar ansiedade, depressão, solidão e problemas cardíacos de seus donos.

Não vou errar em dizer que um bicho de estimação faz as pessoas viverem muitos anos a mais. Isto é comprovado e sabemos que estas pessoas procuram menos os médicos.

Poucos sabem que os animais são pólos de atração de energias negativas, como inveja, ódio, rancor, etc.

O que nós aprendemos com os bichos

O peixe nos acalma. Algumas clínicas têm na recepção um belo aquário cheio de peixes para tranquilizar seus pacientes.

Um cão ou gato irá exigir que nos exercitemos o tocar e acariciar os outros, hoje tão difícil de ocorrer. Um cão irá nos obrigar a beijar mais, pois ele ira te lamber sempre.

Ter um bicho de estimação faz com que as pessoas aprendam a se comunicar melhor com o próximo e consigo mesmo.

Um animal não irá substituir seu contato com um ser humano, mas com certeza, fará as relações melhorarem.

Um aviso importante para terminar este artigo: cuide muito bem deste animal. Não o maltrate ou o abandone. Se for "ter um peso" na sua casa, não o tenha. Fique só.


Autoria : Franco Guizzetti

O animais de estimação só fazem bem ao ambiente
O animais de estimação só fazem bem ao ambiente
Cãolaborador : aumiguinho Bud

terça-feira, 17 de abril de 2012

1459. Aumor para sempre!!!

Todo mundo vive dizendo que o que mais deseja na vida é o amor… e não qualquer tipo de amor… mas, um amor comprometido, fiel, dedicado, não é isso?

Imagino que você não deva fugir dessa regra, certo? Pois, então, eu tenho a solução! Ou melhor, eu SOU a solução!

Você me adota, me leva para casa, vira meu tutor e eu viro o amor da sua vida. Aquele que vai te receber, todos os dias, faça sol ou chuva, seja dia ou madrugada, na minha juventude e na minha velhice, na porta de casa. E vou fazer muita festa, lamber suas mãos, dar beijos, lambidas no seu rosto, vou fazer você se sentir pra lá de especial! Isso independente se você se ausentou o dia todinho ou se saiu e voltou a poucos minutos. A festa é mesma, ok?

Além disso, vou encher sua casa (que será a nossa casa), com minha alegria, minhas brincadeiras, correndo atrás de bolinhas, pulando no sofá, entrando embaixo da cama, ou até, eventualmente, roendo alguma coisinha errada…ninguém é de ferro, né?

Prometo ser fiel, estar sempre por perto, olhar para você com meus olhares mais profundos: olhar de pidão de manhã, louco por um passeio. Olhar de preguiça no meio da tarde, convidando você para a “sessão da tarde” no sofá. Olhar de intensa alegria quando você estiver em casa à noite. Olhar de amor, de agradecimento por você me adotar, e por sermos uma família, um pouquinho antes da gente pegar no sono. E de manhãzinha, quando o relógio tocar, meu olhar mais esperto, mais divertido, mais cheio de vida, chamando você para um novo e lindo dia que começa, garantindo a você que a vida é mesmo muito boa.

Eu não dou muito trabalho nem despesas. Tirando ração, água, banhos, vacinas, umas bolinhas pra eu roer e esquecer do sofá, não preciso de mais nada material. Eu também não ocupo muito espaço, não. Meu espaço preferido, aliás, vai ser no seu colo, ou no banco da frente do seu carro, ah…e não podemos esquecer do melhor espaço de todos os mundos, né? Debaixo do edredon, aos seus pés pra começar a noite, e depois roubando seu travesseiro. Mas, olhe, tudo bem se você já dividir a cama com alguém, eu aceito uma caminha colorida no quarto, na sala, na cozinha, ou até mesmo na área de serviço. Não sou exigente. Sou bem humorado, de fácil convivência, agressividade baixinha, quase zerada. Adoro crianças!! Se tiver crianças em casa, puxa, puxa!! Vamos nos divertir muito, garanto! E adoro outros seres de 4 patas. Prometo me dar muito bem com todos os meus irmãos, mesmo quando, de vez em quando, possamos ter um “ranca rabo”… nem esquente, é coisa entre cachorros… passa rápido e a gente não guarda mágoas.

Nossa família pode ser grande ou pequena, tradicional ou reinventada, diferente. Gosto de tudo. Aceito morar em apartamento, casa, cidade, sítio ou praia. Pode ter quintal com grama. Ou não. Eu me adapto. Vou ser feliz em qualquer ambiente porque o mais importante para mim será, sempre, ter você por perto.

Se você tiver muitos afazres, for um ser extremamente ocupado, eu me sento e espero. Se demorar, eu viro de barriga pra cima, e espero mais um pouco. Uma hora você vai acabar tudo que precisa resolver e nós vamos nos divertir, passear ou cochilar juntinhos.

Quando você não estiver muito bem, serei discreto. Vou me esgueirar, sair de mansinho e posso ficar na sala, espiando, até que a tormenta passe. Mas, se você chorar, daí não conseguirei resistir e vou correr até você, te encher de beijos, lamber suas lágrimas até a última gotinha. E se você gargalhar, vou latir alto, forte, abanando meu rabo, bem feliz!

Olhe pra mina cara… não tenho um focinho de “gente boa”? Sou animado, alegre, brincalhão. Diversão garantida ou sua ração de volta. Ah, eu faço cocô e xixi discretamente, certo? Nada de espalhar sujeira pela casa. Sou limpinho.

E, então? Quando você vem me buscar? Estou sentadinho esperando… se você demorar, já sabe: viro de barriga pra cima, fico brincando com o rabo, cochilo, espreguiço, cochilo de novo e espero… Mas, vê se não demora muito, tá? É que eu já me apaixonei por você e já estou com saudades.

PS: eu amo você… mil lambidas!!

Autoria : Ana Cardilho

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

1433. Auauau, que calorão!!!

Calor excessivo pode levar cães à morte


Se você anda incomodado com o calor lá fora, imagine o seu amigo de quatro patas com toda aquela camada de pelos? “Os cachorros não transpiram pela pele como os humanos”, explica o diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, Marcelo Quinzani. “Eles perdem calor pela respiração e transpiram pelos coxins plantares (localizados na sola das patas) e pelas narinas. Como essa área é muito pequena em relação à extensão do corpo, ela é insuficiente para manter a temperatura corpórea próxima da temperatura normal”, explica o diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, Marcelo Quinzani.

cachorro derretendo de calor Calor excessivo pode levar cães à morte

Segundo o médico veterinário, quando o cão é exposto a altas temperaturas, ou a estresses e atividades intensas em dias muito quentes, sua temperatura interna pode ultrapassar os 40ºC e é aí que o cachorro pode apresentar hipertermia, quadro que pode provocar convulsões, diarreia, vômitos e levar à morte.

Os sintomas da hipertermia são: respiração ofegante, hipersalivação, temperatura acima de 40°C, mucosas avermelhadas, taquicardia, arritmias cardíacas, vômitos, muitas vezes com sangue, diarréias também com sangue, manchas e hematomas dispersos pelo corpo, alterações mentais, convulsões, tremores musculares, dificuldade de locomoção e falta de coordenação motora, diminuição ou ausência da produção de urina,coma e parada cardiorrespiratória. “A hipertermia é uma condição gravíssima que requer tratamento médico imediato. Uma vez que os sinais clínicos desse quadro são identificados, existe um tempo extremamente curto para ser revertido, diz Quinzani.

Independente da raça, todos os cães estão predisposto a essa patologia se submetidos a condições ambientais desfavoráveis de calor e umidade. Porém, cães com focinhos curtos como bull dog, boxer, pug, lhasa apso, shi tsu, boston terrier entre outros, estão mais suscetíveis ao problema. “Anatomicamente já são desfavorecidos de um aparelho ‘refrigerador’ adequado”, explica o veterinário.

Emergência: saiba como proceder
Aos primeiros sinais clínicos de hipertermia o animal deve ser retirado imediatamente do ambiente quente, colocado sob refrigeração ou ventilação adequada. “Molhar o animal com um borrifador e toalhas frias também auxilia no processo de refrigeração. Porém, não se deve submergir o animal em água fria, pois isso leva a vasoconstrição periférica dificultando ainda mais a dispersão de calor. É preciso também procurar imediatamente um médico veterinário”, diz Quinzani.

Confira as dicas preventivas:
1. Evite passeios e esforços físicos em dias quentes e úmidos.

2. Não deixe o animal preso dentro do carro, mesmo com vidros abertos.

3. Não deixe o animal em ambientes fechados ou sem acesso à sombra e água fresca.

4. Não dê banhos com água quente e secadores quentes no verão.

5. Não submeta o animal a situações de estresse psicológico que o deixe ofegante por medo ou insegurança.

6. Evite esforços ou condições desfavoráveis para animais obesos ou que tenham anatomicamente alguma dificuldade respiratória.

7. Evite a contenção forçada do animal e uso de focinheira em ambientes quentes e fechados.

Fonte: Jornal Floripa
Imagem: Ilustração/Divulgação

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

1430. Guia para entender melhor o mundo canino

Larousse do Brasil lança guia que ensina como bem cuidar do melhor amigo do homem


Dezenas de dicas de adestramento e de cuidados variados com higiene; tratamentos de primeiros socorros, em caso de pequenos acidentes domésticos; e um guia veterinário, que sirva para se ter um conhecimento geral sobre as doenças que podem atingir o animal e saber como identificar os sintomas... Tudo isso, e mais, pode ser encontrado no livro da Editora Larousse Brasil, "Larousse do Cão e do Cãozinho", obra coordenada por Rousselet-Blanc, com tradução assinada por Marly N. Peres.

Há mais de 10 mil anos, quando datam os primeiros indícios de domesticação, o cão foi inserido no universo humano e a partir daí se tornou presença constante nos lares pelo mundo afora. No Brasil, eles chegam a 20 milhões, geralmente considerados como "da família", "Larousse do Cão e do Cãozinho" é um guia completo sobre o melhor amigo do homem, uma obra bem prática e indispensável na biblioteca de criadores e amantes deste animal que conquistou definitivamente seu espaço no convívio familiar.

A obra traz fichas descritivas e ilustradas de 258 exemplares de cachorros catalogados, do Affenpinscher ao Yorkshire, com as características de cada anatomia, comportamento e história da raça, além de várias informações que poderão auxiliar os proprietários a entender melhor o mundo canino e os futuros donos a escolher melhor a raça que se adaptará ao seu estilo de vida. Famosos pelo companheirismo e pela lealdade, cada cão é único e merece uma atenção especial, conforme afirma o Dr. Rousselet-Blanc, coordenador do lançamento. Diz o autor: "Com eles nos derretemos, nos consolamos e enganamos a solidão".

CORREIO DO POVO - ANO 117 Nº 134 - 11 DE FEVEREIRO DE 2012