quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
1741. Festa de Carnaval com o animalzinho de estimação?
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
1721. Cães e cores
domingo, 17 de novembro de 2013
1712. A velhice do cão
"Seu
cachorrinho já lhe terá proporcionado muitas alegrias. Cuide para que
ele tenha um final de vida feliz. Sempre que for possível deixe que ele
permaneça ao seu lado, pois este será, realmente, um dos poucos prazeres
que lhe restarão na velhice. A grande despedida está próxima, e ele por
instinto sabe disso. É natural que deseje a companhia daquele que
aprendeu a amar e respeitar durante a sua vida. Não o abandone agora.
Ele já não será aquele animal bonito de antes. Seu pelo começa a cair,
seu caminho perdeu a elegância, a sua cabeça penderá cansada sobre suas
patas. Somente seu olhar acompanhará os passos de seu dono. Lembre-se de
que dentro do peito, ele ainda possui aquele coração que vibrará com o
som da voz de seu mestre. E, chegando ao fim... Não se envergonhe,
chore! Você acaba de perder o mais dedicado dos amigos... O cão!"
(Autor desconhecido)
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
terça-feira, 27 de agosto de 2013
1686. Atitude protetiva para ser copiada!
Sem saber a quem poderia recorrer, o senhor de 83 anos, que pensou que a sua família viria ajudá-lo a sair de casa junto com o animal, abrigou o cachorro em meio ao vento, frio e chuva incessante, que já adentrava a sua residência.
— Eu não queria sair sem o Urso. Eu tenho ele há seis meses apenas, mas é o meu único companheiro na casa. Não poderia abandoná-lo — disse Couto da Rosa, que já morou na Fronteira e, ultimamente, vivia em Rio Grande, antes de mudar-se para São Sebastião do Caí há pouco mais de um ano.
A equipe de Bombeiros voluntários de São Sebastião do Caí respondeu a um chamado da família do idoso, que mora na cidade vizinha de Harmonia, e foi resgatá-lo. Caso a espera fosse maior, Washington Couto da Rosa não resistiria, segundo o comandante operacional da corporação no município, Anderson Jociel da Rosa.
— A água já estava no joelho desse senhor. Ele estava fraco, com muito frio e abraçado com o cachorro. Nós o trouxemos rapidamente para a nossa central de resgates. Colocamos um cobertor nele, e já providenciamos a sua internação no Hospital Sagrada Família — recordou Rosa.
Com hipotermia, Couto da Rosa foi internado, ainda trôpego, em virtude das horas que ficou com a água corrente em suas pernas, e triste pela perda de seus poucos bens.
— Ele estava combalido emocionalmente e com “geladura”, que é o termo técnico que nós usamos. Tinha vindo morar na cidade há pouco tempo, para ficar perto das filhas. Ele não sabia que São Sebastião do Caí tinha esse problema enorme com as enchentes. Estava chateado porque tinha perdido tudo o que tinha — explicou o médico que atendeu o paciente, Ricardo Fernando Jantzen.
Após chegar no início da tarde no hospital, o homem de 83 anos foi liberado às 16h e levado pela prefeitura para a casa de suas duas filhas em Harmonia. Quando chegou, ele só queria uma coisa.
— Quero tomar um banho muito quente. Agora que sei que o Urso está bem, posso descansar e tomar uma canja — concluiu, sabendo que o cão está no abrigo improvisado de cães resgatados do Parque Centenário, organizado pela ONG Vira-Lata da Net.
DoaçãoA Defesa Civil de São Sebastião do Caí está otimista para os próximos dias. A previsão é que as chuvas cessem, e o nível do rio Caí diminua ainda mais. Nesta segunda-feira, o nível baixou de 13,9 metros para 13,8 metros. A cidade tem 758 pessoas desalojadas, além de 313 desabrigadas. Um total de 368 residências foram danificadas pela forte chuva. A prefeitura tem três locais para abrigar as famílias que não tem para onde ir: Parque Centenário, Comunidade Católica do Bairro Rio Branco e Associação de Moradores do Bairro Quilombo. Doações de cobertores, roupas, sapatos e mantimentos devem ser encaminhadas para o Salão Paroquial da Comunidade Católica. Maiores informações através do número 51-36351012.
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
1685. Tudo de bom!!!
4 razões científicas para adotar um cachorro
Precisa mesmo da ciência? Essa foto não basta? Pensar na recepção calorosa toda vez que você chegar em casa também não é suficiente? Bem, então, vamos lá.
DIMINUI ESTRESSE NO TRABALHO
Pesquisadores da Universidade da Comunidade da Virginia pediram a 30 funcionários de uma empresa para levarem seus cachorros ao trabalho, durante uma semana. Outro grupo de 35 funcionários seguiria a rotina normal, sem a companhia dos bichinhos. Todos os voluntários tiveram de responder a questionários e ceder amostras da própria saliva aos pesquisadores (foi usada para medir o nível de estresse). Ao final do dia, os funcionários “solitários” acabavam o dia mais estressado do que os felizardos acompanhados pelo cão.
DEIXA SEU CORAÇÃO MAIS SAUDÁVEL
Se a companhia de um cachorro deixa você menos estressado, não é difícil concluir que seu coração também fica mais saudável. Dessa vez a pesquisa é lá do Japão. Um grupo de pesquisadores monitorou a vida de 191 pessoas, de 60 a 80 anos, com colesterol alto, diabetes e pressão sanguínea alta. 40% dos participantes tinham cachorros. E era esse grupo que corria o menor risco de morrer (medido pela variação dos batimentos cardíacos). Já entre os que já tinham problemas nas artérias do coração, os donos de cachorros viviam, em média, até um ano a mais do que os outros. Os pesquisadores acreditam que, além de diminuir o estresse, a companhia do bichinho supre parte da nossa necessidade de interação social. E isso, claro, nos deixa mais saudáveis.
AJUDA A CONQUISTAR MULHERES
Quem fez o teste foi um psicólogo francês chamado Nicolas Guégen, da Universidade da Bretanha do Sul, na França. Ele pediu a um ator para pedir o número de telefone de mulheres aleatórias na rua. Na primeira vez, o cara foi sozinho. E só 11 mulheres, dentre 120 abordadas, passaram o número. Quando ele levou um cachorro o número subiu para 34 – sim, três vezes mais!
FAZ BEM AOS BEBÊS
Parece arriscado manter um bebê e um cachorro, cheio de bactérias, no mesmo lugar? Fique tranquilo. Eles só fazem bem: fortalecem o sistema imunológico dos pequenos. Médicos finlandeses acompanharam 397 recém-nascidos ao longo de um ano. E aqueles que ficavam menos doentes (29 dias a menos) eram os bebês que tinham um cão em casa.
E aí, convencido?
Fonte : SuperInteressante - Ciência Maluca - agosto 2013
quarta-feira, 15 de maio de 2013
1656. Maltrato animal
“Embozalado” (Amordaçado), obra de Daniel Segura Bonnet, artista colombiano.Maltratar um animal é, em muitos casos, a consequência de uma frustação ou de um trauma e é um comportamento que se adquire durante a infância. Pode se desenvolver também na adolescência. O maltrato animal nasce no seio familiar ou escolar e pode se transformar em um comportamento anti-social.
O maltratado e em especial o maltrato aos animais de companhia está presente em qualquer grupo humano, pois as crianças assim como os animais domésticos são os primeiros catalizadores de nossas frustrações.
No entanto, em nossa época, o maltrato animal chegou a um nível considerável de tortura. Um exemplo disso é a denúncia que um colaborador do Soyperiodista.com fez há pouco tempo. “Os animais importam”, publicado dia 03 de maio e que se referia ao caso de um homem em Ibagué (Tolima, Colômbia), que matou um cachorro segurando pela cauda e lançando o animal violentamente contra o chão.
A violência contra os animais é mais frequente do que imaginamos, ainda que uma proteção para não vê-la e não sofrê-la seja a de tomá-la como uma violência banal: “são somente animais”.
Os atos de crueldade contra os animais falam muito sobre a personalidade de quem os comete. Esse tipo de crueldade pode variar desde golpes até a retirada da pele dos animais ainda vivos (cachorros e gatos pequenos), sem contar a utilização para fins sexuais a que são submetidos.
Essa relação de violência do homem com o animal impulsionou os pesquisadores de criminologia a tomá-la como um medidor fiável do grau de violência em indivíduos que cometeram ou que podem cometer crimes e outros delitos graves.
Psiquiatras e especialistas em Psicologia Social da Universidade do Pacífico, na Califórnia, comprovaram, por exemplo, que 45% dos autores de nove massacres cometidos em escolas nos Estados Unidos durante os últimos 20 anos haviam praticado atos de barbárie contra seus animais domésticos.
O professor Laurent Bègue cita um estudo que merece atenção, é o caso que aconteceu após o massacre na Escola de Columbine, Colorado, dia 20 de abril de 1999.
Os criminologistas constataram que Eric Harris e Dylan Klebold, os dois estudantes que mataram 12 de seus colegas de escola, um professor e feriram mais 20 pessoas antes de cometerem suicídio, haviam confessado que quando eram crianças gostavam de praticar mutilações e provocar sofrimento aos seus animais.
O professor Bègue se refere a outros dois casos: “Em um estudo retrospectivo realizado em uma prisão com 36 autores de assassinatos, 36% deles admitiram ter matado ou torturado animais durante a infância e 46% cometeram atos de crueldade durante a adolescência. Em outro estudo realizado em um meio carcerário com 180 presos, Brandy Henderson, da Universidade do Tennessee, comprovou que os atos de violência contra animais que os detidos declararam haver cometido eram particularmente frequentes”.
Tipos de maus-tratos que os detidos praticam com os seus animais ou com outros animais:
- afogamento (17,5%);
- espancamento (82,5%);
- disparos (33,0%);
- pontapés (35,9%);
- estrangulamento (17,5%);
- queimaduras (15,5%);
- utilizam para fins sexuais (22,3%)
A crueldade com os animais segundo Franck Ascione, da Universidade de Denver, é um comportamento socialmente inaceitável, pois o intuito do torturador é causar dor, sofrimento, angústia e/ou morte do animal por puro prazer.
A psiquiatria permite afirmar que os atos de crueldade cometidos por uma criança podem revelar uma precoce predisposição para desenvolver condutas anti-sociais. Uma criança torturadora de animais é suscetível a ter problemas com a justiça quando for adulta.
As razões que levam um indivíduo a maltratar um animal
Os americanos Stephen Kellert e Alan Felthous, das Universidades de Yale e do Texas, citam oito razões que levam um indivíduo a maltratar ou torturar os seus animais domésticos:
1- Controle: o animal é golpeado para que não continue manifestando comportamentos indesejados (latir, saltar, brincar…);
2- Castigo: aplicar um castigo extremo para que não volte a repetir algum hábito incômodo (ensujar ou vomitar em lugares que são proibidos para ele);
3- Falta de respeito: Está relacionado a preconceitos culturais. É quando uma pessoa acredita que pode maltratar ou negligenciar um animal já que sua condição de inferioridade não o faz merecedor de nenhuma consideração;
4- Instrumentalização: Utilizar os animais para “dramatizar” a violência, é o caso das rinhas de cães;
5- Amplificação: o animal é utilizado para impressionar, ameaçar ou ferir uma pessoa. Aqui se verifica a transferência da violência humana contra o animal;
6- A violência como provação ou como exemplo: Maltratar um animal perante um grupo com a finalidade de fazer com que os seus membros se convertam em testemunhas de uma forma de superioridade do agressor. O indivíduo também pode torturar por diversão;
7- Vingança: O indivíduo agride um animal para vingar-se de seu proprietário;
8- Por deslocamento: O animal é maltratado porque o indivíduo não tem a possibilidade ou é incapaz de maltratar quem lhe provocou uma frustração ou uma decepção. Não consegue fazê-lo porque tem medo ou porque a pessoa é inatingível. É o caso do empregado que espera uma promoção e que na impossibilidade de tê-la, regresa a casa e dá pontapés em seu animal doméstico.
A análise do professor Laurent Bègue nos leva a concluir que a tortura contra os animais nasce de uma má qualidade de vida. Os animais pagam pela nossa dificuldade para viver, pagam por serem testemunhas inocentes da nossa própria mediocridade.
Autoria : Loren Claire Canales
terça-feira, 12 de março de 2013
1631. Posse responsável
Existem vários modelos de documentos para formalizar a doação, adoção e posse responsável de um animalzinho e que podem ser buscados na internet. O assunto é super importante porque envolve o bem-estar físico e mental do animalzinho o que, infelizmente, pode ser desconsiderado pelo adotante.
O presente instrumento particular, denominado Termo de Compromisso de Doação, Adoção e Posse Responsável, doravante denominado “TERMO”, tem por objetivo descrever as condições da concessão do animal abaixo especificado no item 2 deste TERMO, doravante denominado de “OBJETO DE DOAÇÃO” ou “ANIMAL”, estabelecida entre as PARTES, de um lado o Cessor, doravante denominado “DOADOR”, e do outro lado o Beneficiário, doravante denominado “DONATÁRIO”, ambos especificados no item 1 deste TERMO.
1. DAS PARTES
1.1. DOADOR
Institui-se DOADOR, Nome completo , portador da cédula de identidade n.º , SSP/SP, inscrito no C.P.F. sob o n.º , nascido(a) em / / ,na cidade , estado , profissão , estado civil , residente e domiciliado à endereço completo , bairro , cidade , estado , CEP .
Telefone Residencial:
1.2 DONATÁRIO
Institui-se DONATÁRIO, Nome completo , portador da cédula de identidade n.º , SSP/SP, inscrito no C.P.F. sob o n.º , nascido(a) em / / na cidade , estado , profissão , estado civil , residente e domiciliado à endereço completo , bairro , cidade , estado , cep .
Telefone Residencial:
Telefone Comercial:
Telefone Celular:
2. DO OBJETO DA DOAÇÃO
2.1 CARACTERÍSTICAS
a) Espécie: canina/felina.
b) Raça: raça/mestiço .
c) Sexo: .
d) Nascimento: .
e) Cor: cor/padrão;
f) Tipo de Pêlo/Pelagem: .
g) Porte:pequeno/ médio/grande.
h) Outras informações/Sinais/Características: sinais/características relativas à descrição física do animal
.
2.2. CONDIÇÕES DE SAÚDE PERFEITA.
2.2.1 VERMIFUGAÇÃO
O ANIMAL não foi/foi vermifugado e deverá ser após consulta veterinária, a qual estabelecera o vermífugo ideal.
2.2.2. VACINAÇÃO
O ANIMAL não recebeu/recebeu a 1.ª dose da Vacina V10, que deve ser dada entre 54 á 60 dias de vida, 2ª dose aos 90 dias e a 3ª dose aos 120 dias e mais a Vacina Contra Raiva.
2.2.3. ESTERILIZAÇÃO
O ANIMAL não foi esterilizado.
3. DAS OBRIGAÇÕES e DEVERES DO DONATÁRIO
3.1. DEVERES
São deveres do DONATÁRIO:
a) Cuidar do ANIMAL dando-lhe alimentação, abrigo e condições dignas e adequadas de bem estar e Saúde.
b) Providenciar a aplicação anual da Vacina Contra Raiva no ANIMAL, em clínicas veterinárias autorizadas;
c) Providenciar o reforço anual da Vacina V10 no ANIMAL;
d) Praticar a Posse Responsável de acordo com a legislação vigente;
e) Comunicar ao DOADOR, a mudança de endereço, desaparecimento, falecimento ou quaisquer outras ocorrências que dizem respeito ao destino do ANIMAL.
3.2. PROIBIÇÕES
Não é permitido ao DONATÁRIO:
a) Abandonar o ANIMAL;
b) Maltratar o ANIMAL;
c) Doar ou vender o ANIMAL, em caso de extrema necessidade deverá ser previamente comunicada ao DOADOR, de acordo com a letra E, do item 3.1 deste TERMO.
3.3. DO NÃO CUMPRIMENTO DAS OBRIGAÇÕES DO DONATÁRIO
O não cumprimento do DONATÁRIO de quaisquer dos itens deste TERMO incorrerá nas penalidades previstas na Legislação vigente e será feita a retirada do animal de imediato e ainda o DONATÁRIO poderá vir a responder judicialmente pelos seus atos ou pelos atos praticados pelo ANIMAL, objeto desta doação, sob sua responsabilidade única.
4. DOS DIREITOS DO DONATÁRIO
4.1. DEVOLUÇÃO
Fica estabelecido direito de devolução no prazo de 30 (trinta) dias corridos, contados a partir desta data, do ANIMAL ao DOADOR, desde que constatado:
a) A não adaptação do ANIMAL à residência do DONATÁRIO, devido à presença de outros animais;
b) A não aceitação por parte do ANIMAL ao DONATÁRIO ou atitude agressiva ou semelhante por parte do ANIMAL que possa vir a por em risco a segurança e saúde do DONATÁRIO e às pessoas que com ele habitarem;
c) O fornecimento de informações falsas ou que não correspondam com as descritas no item 2 deste TERMO, pelo DOADOR ou, ainda, ausência de informações sobre as características e condições gerais , de saúde e comportamento do ANIMAL.
5. DOS DEVERES DO DOADOR
O DOADOR compromete-se a:
a) Fornecer e especificar no item 2 deste TERMO, todas as características que julgar necessárias referentes a aspectos físicos, de saúde e comportamento do ANIMAL, sendo facultativo ao DONATÁRIO, no caso do não cumprimento desta condições, a exercer o seu direito de devolução, de acordo com o item 4.1 deste TERMO;
b) Efetuar contatos, físicos ou por quaisquer outros meios, com o DONATÁRIO, a fim de verificar as condições gerais do ANIMAL;
c) Registrar queixa ou efetuar denúncias aos órgãos competentes, no caso do não cumprimento da legislação específica de Proteção à Fauna e aos Animais em geral;
d) Orientar corretamente o DONATÁRIO sobre a Posse Responsável.
7. DOS DIREITOS DO DOADOR
Fica estabelecido o direito ao Doador de:
a) Efetuar visitas ao Donatário, a fim de verificar as condições em que se encontra o ANIMAL;
b) Rever e/ou retirar do DONATÁRIO a posse do ANIMAL, se o DONATÁRIO não estiver correspondendo às condições descritas no item 3.1 e 3.2 deste TERMO
São Paulo, de de 2009.
Nome:
RG:
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Assinatura
DONATÁRIO
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Rg: ________________
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assinatura
TESTEMUNHAS
Nome:
RG:
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Assinatura
Nome:
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Assinatura
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Assinatura doador
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
1616. Reforço cãolorado!
Cão invade treino do Inter, rouba cena e ganha afago de Muriel e Agenor
Cachorro correu por alguns minutos no CT do Parque Gigante atrás dos jogadores
(Foto: Diego Guichard)
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
1611. Cuidados com os dentes dos cães
Dentes dos cães
Autoria : MARTHA FOLLAINAo nascerem, os cães não possuem dentes. Os dentes de leite surgem a partir do 20º dia até a 5ª semana – são 28 dentes de leite (temporários ou decíduos) e depois 42 dentes permanentes. Os dentes de leite são perdidos gradualmente, no período entre a 14ª e a 30ª semana, e nascem os definitivos. Entre sete e nove meses, geralmente, já houve a troca de todos os dentes de leite e os definitivos já estão todos presentes.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
1603. Eles são demais!!!
Pesquisa mostra que a presença de cachorros ajuda em aulas de leitura
por Redação GalileuSegundo Lori, o período dos 6 aos 7 anos é essencial para determinar se a criança será um adulto leitor ou vai fugir do livros pelo resto da vida. E os cães se mostraram um importante motivador para as crianças adquirirem o hábito. Uma vez por semana, a pesquisadora levava um de seus cachorros para as aulas de escrita e leitura que ministrava. Segundo Lori, os cães ajudaram particularmente aquelas crianças que tinham problemas na hora de ler em voz alta.
A cada nova palavra que os alunos desconheciam, a professora explicava seu significado e eles ensinavam a nova palavra ao cachorro. A presença do animal era encarada pela turma como a de mais um amiguinho, dando mais confiança aos alunos e criando um ambiente que favorecia o aprendizado.
“Um terço dos alunos começou a ler ou escrever com seus próprios cachorros, em casa”, diz a professora. “As crianças estavam constantemente aprendendo e se encantando com os textos. Afinal, é assim que a criança deve encarar a literatura.”
Mouses personalizados
Gente grande também adorou a novidade!!!
domingo, 16 de setembro de 2012
1560. O voto pela causa dos animais
O voto pelas minorias humanos tem se solidificado no Legislativo. Falta agora botar, ‘lá dentro’, gente raçuda que vai afiar sua foice em prol dos animais. Mas os animais não têm título eleitoral, ainda que submissos, também, aos ditames da política. Você vai votar por eles, ou contra?"
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
1553. Sniff... sniff...
Meu melhor amigo se foi mas continua comigo
Ulisses Tavares
quarta-feira, 23 de maio de 2012
1478. Energia, equilíbrio e harmonia do ambiente + bichinho de estimação = :)
Feng Shui: conheça o alto astral dos bichos de estimação
Parece que alguém anda espalhando que não é "um bom negócio" ter bichanos em casa, pelo menos é o que notei nas perguntas que recebo de leitores que "alguém" falou que no Feng Shui não é bom ter animais em casa: pura mentira. É ótimo para as pessoas e ambientes ter animais no lar e, até em empresas, se for permitido.
Estudo feito pela psicóloga Deborah Wells, da Universidade de Queens, na Irlanda diz que "é possível que os cães possam promover diretamente nosso bem-estar, já que afastam o estresse, um dos fatores de risco à saúde, pois, os donos de cães estão mais propícios a ter menor pressão sanguínea e colesterol. Tudo isso em função das caminhadas regulares com o animal".
Para o Feng Shui, animais são seres vivos que trazem energia e vida aos ambientes e para as pessoas. Qualquer animal, seja um gato, cachorro, pássaro, peixe ou tartaruga, é sinônimo de vida. E vida é energia.
Se um bicho de estimação, como um cachorro, por exemplo, fosse acompanhado de manual de instruções, ele seria mais ou menos assim:
Para ligar: já vem ligado. O bicho não para de se mover enquanto o proprietário não mandar ele parar (e muitas vezes ele não para mesmo assim). Estes movimentos, agitos, barulhos e correria podem aumentar a energia no ambiente.
Para desligar: não tem este comando. Só irá fazer pequenas pausas, para repor as energias.
Aviso: ao sinal de qualquer movimento ou barulho do proprietário, ele liga automaticamente e começa de novo o agito, que aumenta a energia nos ambientes.
Uso indicado para: um bicho estimação pode ser útil para muitas finalidades. Conheça algumas:
Amigo e companheiro: é um ótimo amigo, aliado, companheiro para qualquer hora e momento, até para assistir aquele filme longo no vídeo.
Atleta nato: está sempre pronto para nos acompanhar em um passeio, fazer exercícios e se movimentar.
Bom ouvinte: é um ótimo parceiro para escutar nossos problemas ou desabafos. Sempre pronto para nos ouvir, com toda a atenção.
Discreto e confiável: escuta nossos problemas e intimidades e não comenta com ninguém.
Imparcial: quando surge um problema na casa, não toma partido de ninguém. Mantém-se imparcial.
Conciliador: em conflitos ou desentendimentos, procura fazer com que as partes se entendam, fazendo a ligação entre elas.
Animador: em qualquer ambiente que freqüente, sempre alegra, anima e diverte as pessoas com seu jeito sincero de ser e viver a vida.
Amoroso: é muito carinhoso e amoroso com as pessoas. Adora beijar, lamber e abraçar.
Contra indicações
É um pouco espaçoso e folgado. Acha-se no direito de dormir na cama dos donos ou no sofá da sala.
É ciumento. Acha que o dono é sua propriedade e que ninguém pode chegar muito perto dele. Quer atenção exclusiva e total dos donos.
Barulhento. Acha que pode latir a qualquer hora. Exageros à parte, com toda a certeza um bicho de estimação, seja ele qual for, é um ponto muito positivo na vida de uma pessoa ou família.
Já faz parte da minha rotina em consultorias, chegar em uma casa ou empresa e ver a foto de um bichinho, num porta retrato em posição de destaque, juntamente com o restante das fotos da família (isto quando não tem só a foto do bichano).
Que criança não adora brincar com um cão ou gato e vice-versa? Aliás, para uma criança, o contato com animais é muito salutar, pois o animal segura muita energia negativa, do tipo "quebranto, olho gordo e mal estar".
O mesmo também é verdade para pessoas idosas ou sozinhas. O animal vira um companheiro e escudeiro. Segundo muitas pesquisas médicas, um animal de estimação ajuda a curar ansiedade, depressão, solidão e problemas cardíacos de seus donos.
Não vou errar em dizer que um bicho de estimação faz as pessoas viverem muitos anos a mais. Isto é comprovado e sabemos que estas pessoas procuram menos os médicos.
Poucos sabem que os animais são pólos de atração de energias negativas, como inveja, ódio, rancor, etc.
O que nós aprendemos com os bichos
O peixe nos acalma. Algumas clínicas têm na recepção um belo aquário cheio de peixes para tranquilizar seus pacientes.
Um cão ou gato irá exigir que nos exercitemos o tocar e acariciar os outros, hoje tão difícil de ocorrer. Um cão irá nos obrigar a beijar mais, pois ele ira te lamber sempre.
Ter um bicho de estimação faz com que as pessoas aprendam a se comunicar melhor com o próximo e consigo mesmo.
Um animal não irá substituir seu contato com um ser humano, mas com certeza, fará as relações melhorarem.
Um aviso importante para terminar este artigo: cuide muito bem deste animal. Não o maltrate ou o abandone. Se for "ter um peso" na sua casa, não o tenha. Fique só.
Autoria : Franco Guizzetti
terça-feira, 17 de abril de 2012
1459. Aumor para sempre!!!
Todo mundo vive dizendo que o que mais deseja na vida é o amor… e não qualquer tipo de amor… mas, um amor comprometido, fiel, dedicado, não é isso? Imagino que você não deva fugir dessa regra, certo? Pois, então, eu tenho a solução! Ou melhor, eu SOU a solução!
Você me adota, me leva para casa, vira meu tutor e eu viro o amor da sua vida. Aquele que vai te receber, todos os dias, faça sol ou chuva, seja dia ou madrugada, na minha juventude e na minha velhice, na porta de casa. E vou fazer muita festa, lamber suas mãos, dar beijos, lambidas no seu rosto, vou fazer você se sentir pra lá de especial! Isso independente se você se ausentou o dia todinho ou se saiu e voltou a poucos minutos. A festa é mesma, ok?
Além disso, vou encher sua casa (que será a nossa casa), com minha alegria, minhas brincadeiras, correndo atrás de bolinhas, pulando no sofá, entrando embaixo da cama, ou até, eventualmente, roendo alguma coisinha errada…ninguém é de ferro, né?
Prometo ser fiel, estar sempre por perto, olhar para você com meus olhares mais profundos: olhar de pidão de manhã, louco por um passeio. Olhar de preguiça no meio da tarde, convidando você para a “sessão da tarde” no sofá. Olhar de intensa alegria quando você estiver em casa à noite. Olhar de amor, de agradecimento por você me adotar, e por sermos uma família, um pouquinho antes da gente pegar no sono. E de manhãzinha, quando o relógio tocar, meu olhar mais esperto, mais divertido, mais cheio de vida, chamando você para um novo e lindo dia que começa, garantindo a você que a vida é mesmo muito boa.
Eu não dou muito trabalho nem despesas. Tirando ração, água, banhos, vacinas, umas bolinhas pra eu roer e esquecer do sofá, não preciso de mais nada material. Eu também não ocupo muito espaço, não. Meu espaço preferido, aliás, vai ser no seu colo, ou no banco da frente do seu carro, ah…e não podemos esquecer do melhor espaço de todos os mundos, né? Debaixo do edredon, aos seus pés pra começar a noite, e depois roubando seu travesseiro. Mas, olhe, tudo bem se você já dividir a cama com alguém, eu aceito uma caminha colorida no quarto, na sala, na cozinha, ou até mesmo na área de serviço. Não sou exigente. Sou bem humorado, de fácil convivência, agressividade baixinha, quase zerada. Adoro crianças!! Se tiver crianças em casa, puxa, puxa!! Vamos nos divertir muito, garanto! E adoro outros seres de 4 patas. Prometo me dar muito bem com todos os meus irmãos, mesmo quando, de vez em quando, possamos ter um “ranca rabo”… nem esquente, é coisa entre cachorros… passa rápido e a gente não guarda mágoas.
Nossa família pode ser grande ou pequena, tradicional ou reinventada, diferente. Gosto de tudo. Aceito morar em apartamento, casa, cidade, sítio ou praia. Pode ter quintal com grama. Ou não. Eu me adapto. Vou ser feliz em qualquer ambiente porque o mais importante para mim será, sempre, ter você por perto.
Se você tiver muitos afazres, for um ser extremamente ocupado, eu me sento e espero. Se demorar, eu viro de barriga pra cima, e espero mais um pouco. Uma hora você vai acabar tudo que precisa resolver e nós vamos nos divertir, passear ou cochilar juntinhos.
Quando você não estiver muito bem, serei discreto. Vou me esgueirar, sair de mansinho e posso ficar na sala, espiando, até que a tormenta passe. Mas, se você chorar, daí não conseguirei resistir e vou correr até você, te encher de beijos, lamber suas lágrimas até a última gotinha. E se você gargalhar, vou latir alto, forte, abanando meu rabo, bem feliz!
Olhe pra mina cara… não tenho um focinho de “gente boa”? Sou animado, alegre, brincalhão. Diversão garantida ou sua ração de volta. Ah, eu faço cocô e xixi discretamente, certo? Nada de espalhar sujeira pela casa. Sou limpinho.
E, então? Quando você vem me buscar? Estou sentadinho esperando… se você demorar, já sabe: viro de barriga pra cima, fico brincando com o rabo, cochilo, espreguiço, cochilo de novo e espero… Mas, vê se não demora muito, tá? É que eu já me apaixonei por você e já estou com saudades.
PS: eu amo você… mil lambidas!!
Autoria : Ana Cardilho
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
1433. Auauau, que calorão!!!
Calor excessivo pode levar cães à morte
Segundo o médico veterinário, quando o cão é exposto a altas temperaturas, ou a estresses e atividades intensas em dias muito quentes, sua temperatura interna pode ultrapassar os 40ºC e é aí que o cachorro pode apresentar hipertermia, quadro que pode provocar convulsões, diarreia, vômitos e levar à morte.
Os sintomas da hipertermia são: respiração ofegante, hipersalivação, temperatura acima de 40°C, mucosas avermelhadas, taquicardia, arritmias cardíacas, vômitos, muitas vezes com sangue, diarréias também com sangue, manchas e hematomas dispersos pelo corpo, alterações mentais, convulsões, tremores musculares, dificuldade de locomoção e falta de coordenação motora, diminuição ou ausência da produção de urina,coma e parada cardiorrespiratória. “A hipertermia é uma condição gravíssima que requer tratamento médico imediato. Uma vez que os sinais clínicos desse quadro são identificados, existe um tempo extremamente curto para ser revertido, diz Quinzani.
Independente da raça, todos os cães estão predisposto a essa patologia se submetidos a condições ambientais desfavoráveis de calor e umidade. Porém, cães com focinhos curtos como bull dog, boxer, pug, lhasa apso, shi tsu, boston terrier entre outros, estão mais suscetíveis ao problema. “Anatomicamente já são desfavorecidos de um aparelho ‘refrigerador’ adequado”, explica o veterinário.
Emergência: saiba como proceder
Aos primeiros sinais clínicos de hipertermia o animal deve ser retirado imediatamente do ambiente quente, colocado sob refrigeração ou ventilação adequada. “Molhar o animal com um borrifador e toalhas frias também auxilia no processo de refrigeração. Porém, não se deve submergir o animal em água fria, pois isso leva a vasoconstrição periférica dificultando ainda mais a dispersão de calor. É preciso também procurar imediatamente um médico veterinário”, diz Quinzani.
Confira as dicas preventivas:
1. Evite passeios e esforços físicos em dias quentes e úmidos.
2. Não deixe o animal preso dentro do carro, mesmo com vidros abertos.
3. Não deixe o animal em ambientes fechados ou sem acesso à sombra e água fresca.
4. Não dê banhos com água quente e secadores quentes no verão.
5. Não submeta o animal a situações de estresse psicológico que o deixe ofegante por medo ou insegurança.
6. Evite esforços ou condições desfavoráveis para animais obesos ou que tenham anatomicamente alguma dificuldade respiratória.
7. Evite a contenção forçada do animal e uso de focinheira em ambientes quentes e fechados.
Fonte: Jornal Floripa
Imagem: Ilustração/Divulgação
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
1430. Guia para entender melhor o mundo canino
Larousse do Brasil lança guia que ensina como bem cuidar do melhor amigo do homem Há mais de 10 mil anos, quando datam os primeiros indícios de domesticação, o cão foi inserido no universo humano e a partir daí se tornou presença constante nos lares pelo mundo afora. No Brasil, eles chegam a 20 milhões, geralmente considerados como "da família", "Larousse do Cão e do Cãozinho" é um guia completo sobre o melhor amigo do homem, uma obra bem prática e indispensável na biblioteca de criadores e amantes deste animal que conquistou definitivamente seu espaço no convívio familiar.
A obra traz fichas descritivas e ilustradas de 258 exemplares de cachorros catalogados, do Affenpinscher ao Yorkshire, com as características de cada anatomia, comportamento e história da raça, além de várias informações que poderão auxiliar os proprietários a entender melhor o mundo canino e os futuros donos a escolher melhor a raça que se adaptará ao seu estilo de vida. Famosos pelo companheirismo e pela lealdade, cada cão é único e merece uma atenção especial, conforme afirma o Dr. Rousselet-Blanc, coordenador do lançamento. Diz o autor: "Com eles nos derretemos, nos consolamos e enganamos a solidão".
CORREIO DO POVO - ANO 117 Nº 134 - 11 DE FEVEREIRO DE 2012



















