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sábado, 23 de outubro de 2010

1067. Aumiguinhas e vaquinhas

Hoje de tarde, a mamãe Fernanda, eu, e as aumiguinhas Mel e Zin, saímos para fotografar outras vaquinhas. No caminho, encontramos a mamãe e o papai do aumiguinho Lucca que estavam passeando, mas o danadinho tinha ficado preguiçosamente em casa, tirando a sonequinha da tarde.
Fomos até o Shopping Praia de Belas e nos encantamos com a Vaca Ametista, toda dourada e com pedras naturais pelo corpo. Depois caminhamos até o Parque da Harmonia e as gurias aproveitaram para brincar em volta da Vaca Farroupilha - MTG.
As esculturas das vacas espalhadas pela cidade dão um toque original e alegre aos espaços onde podem ser encontradas, exemplo de arte urbana acessível a todos. Aproximadamente 450 instituições credenciadas dividirão a verba arrecadada com o leilão das mimosas, que acontecerá no final da exposição, no mês de dezembro.

Mamãe Fernanda com a filhota Mel no colo, admirando a Vaca Ametista.

Aumiguinhas Mel e Zin brincando de pegar em volta da Vaca Farroupilha.

Aumiguinhas Mel e Zin descobrindo os deliciosos cheirinhos no Parque da Harmonia.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

1066. Afeto a quatro patas

Apesar de todas as maldades praticadas contra os bichos, da convivência e da observação surgiu o afeto pelos animais - seres que nunca deixaram de surpreender pela inteligência ou por comportamentos que as pessoas podiam supor aparentados aos delas próprias, como a fidelidade (dos cães) e o ânimo brincalhão (dos gatos). Hoje suas atribuições incluem a de devolver ao habitante de uma sociedade governada pela tecnologia o contato com a natureza. O essencial, porém, é o afeto.

Este sentimento é a parte mais relevante da convivência entre homens e animais. O animal responde incondicionalmente ao amor dos homens, analisa a psicóloga Maria Helena Scherb, dona de um cachorro e dois gatos. O psiquiatra americano Aaron Katcher, autor de vários livros sobre homens e bichos, vai mais longe. Para ele, os animais influem diretamente sobre a saúde física e psicológica dos donos. Nas situações em que se está deprimido ou solitário, um animal serve para fazer companhia. Além disso, é algo vivo para se cuidar e para se sentir necessário, visto que o bicho depende da pessoa. Em situações de ansiedade ou de medo, o animal funciona como fonte de apaziguamento: ao tocá-lo e afagá-lo, pode-se adquirir algum sentimento de segurança.

O ser humano tem uma necessidade de contato físico que é preenchida pelo animal, nota a veterinária Hannelore Fuchs, que se doutorou em Psicologia na Universidade de São Paulo em 1987 com uma tese sobre homens e animais domésticos. Como se sabe, a vida atribulada das grandes cidades nem sempre deixa tempo (ou cabeça) para que as pessoas dêem ou recebam carinho na hora que desejam. Assim, se o bicho homem mais próximo está ocupado, a alternativa para muitos é afagar o de quatro patas.

Os velhos padecem de um isolamento gradativo devido à idade e ao culto da juventude que permeia a cultura ocidental hoje em dia. Sem a discriminação praticada pelos humanos, o cachorro e o gato aceitam e retribuem o carinho de um idoso com prazer.Por isso, se não encontra mais companhia junto a seus parentes próximos, uma pessoa de idade pode suprir suas necessidades afetivas graças a um animal. A presença de um bicho pode ser tão significativa para os que estão à margem da vida normal da sociedade, como velhos e deficientes físicos ou mentais graves, que já existem em muitos lugares para eles terapias auxiliadas por animais. A simples companhia pode ser suficiente para melhorar o humor de quem convive com animais.

Não só os cães, mas os passarinhos, gatos, macaquinhos e todos os animais domesticados podem se tornar grandes amigos do homem. Eles estão aí para dividir amizade, companheirismo, afeto, resgatando uma intimidade esquecida do homem com a natureza e consigo próprio. Como notou Hannelore Fuchs em seu trabalho acadêmico: O animal possibilita ao ser humano mostrar suas qualidades humanas, quando cuida, se sacrifica, ama e chora a perda de um animal.

Bichos terapêuticos

Ao perceber que alguns de seus pacientes - crianças com sérios problemas de relacionamento pessoal - interagiam melhor com seu cão do que com ele próprio, o psiquiatra americano Boris Levinson criou há vinte anos o termo pet therapy, ou terapia com animais de estimação. Levinson desenvolveu a teoria de que o animal era um importante instrumento terapêutico, dada sua capacidade de dar afeto. Desde então, várias pesquisas têm comprovado o benefício trazido pelos animais no tratamento de deficientes mentais, e idosos e até presidiários. Um estudo do casal de psiquiatras americanos Sam e Elizabeth Corson, por exemplo, mostrou que, de cinqüenta pacientes não comunicativos levados a conviver com cães, nada menos de 47 tiveram alguma melhora. O contato com os animais transformou inválidos psicologicamente dependentes em indivíduos responsáveis e autoconfiantes, relataram os médicos.

Nos Estados Unidos, as clínicas especializadas em tratamento com animais atendem a mais de 20 mil pessoas. Um dos programas bem-sucedidos se baseia na interação de deficientes físicos e mentais com cavalos. Os movimentos do cavalo mexem com o corpo, melhorando a coordenação e o equilíbrio, com grandes benefícios emocionais, explica a veterinária Hannelore Fuchs, que pretende trazer para o Brasil as técnicas da terapia ajudada por animais. A única experiência relatada até hoje no país é a da veterana psicóloga carioca Nise da Silveira, com uma paciente esquizofrênica. O esquizofrênico é um indivíduo que vive fora da realidade, fechado em seu próprio mundo. Pois a paciente afeiçoou-se a um cachorro que vagava pelo hospital a ponto de pedir aos enfermeiros que cuidassem do bicho - ou seja, graças ao animal, ela retomou o contato com o mundo.
Fonte : Superinteressante

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

1065. Calendário Celebridade Vira-Lata

Projeto Celebridade Vira-lata

O sonho de criar um projeto voltado para os cachorros SRD nasceu em 2009.

E, como todo filhote, precisou de atenção e do carinho de muitas pessoas.

Apaixonados por cachorros se reuniram em torno de uma causa: jogar um foco de luz e atenção sobre os queridos vira-latas que habitam as ruas, as praças e os lares deste país.

Esse sonho só seria possível com a dedicação de profissionais que doaram seu tempo e talento para materializar este Calendário e, em especial, dos proprietários das Celebridades Vira-Latas, que acreditaram no projeto e trouxeram seus cachorros maravilhosos para serem fotografados.

A intenção do Celebridade Vira-Lata é apoiar programas de adoção, incentivar cada vez mais pessoas a cuidarem desses animais e através da renda obtida com a venda dos calendários, patrocinar obras sociais em prol dos animais de estimação.


Durante o ano de 2010 O Calendário Celebridade Vira-Lata 2010 patrocinou 3 mutirões de castração, alcançando o número de 400 cães e gatos beneficiados, isso, se colocado em projeção de natalidade, chega a um número de mais de milhões de animais a menos nas ruas.

Essa é nossa segunda ninhada de muitas outras que estão por vir. Quem sabe na próxima edição o seu cachorro não vira uma celebridade?

Idealização e Gerência de Projeto: Luli Sarraf

Fotografia: Lionel Falcon, FotoPets, Cão em Quadrinhos
Projeto Gráfico: Jabuticaba
DesignRedação: Marco Bola/ Regiane Barros/ Luli Sarraf
Impressão: Grafica Vektra
Tecnologia da Informação: Ricardo Esper (NESS)
Gerenciamento das benfeitorias: Associação Natureza em Forma


Calendário de mesa


Calendário de parede

Para comprar o calendário, acesse o site http://www.naturezaemforma.org.br/ e a sua Loja Virtual.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

1064. $$$$ x ♥♥♥♥

Queridos aumigos!

Só hoje consegui organizar os meus pensamentos sobre a cobrança que está sendo feita pelo transporte de animaizinhos de estimação de colo, nos táxis da nossa cidade.
Depois de postar o ocorrido no dia 15/10 e de ler os comentários que vocês fizeram e que me deram ânimo pra buscar respostas, liguei novamente para a Teletáxi para questionar o ocorrido no dia anterior, quando me falaram que eu não precisaria pagar a taxa dos 5 reais pelo transporte da minha cachorrinha no colo. Conversa daqui, desconversa dali, e a atendente me falou que a taxa é obrigatória e que está sendo cobrada por todos os motoristas da empresa. Concluí que um tipo de informação tinha sido passada para mim, e que não tinha sido repassada para o motorista do táxi. Falta de seriedade e comprometimento com o serviço prestado aos envolvidos no transporte contratado por esta empresa.
Então, como o termo "cobrança de taxa obrigatória" não saía da minha cabeça, enviei um email para a EPTC solicitando esclarecimento sobre a obrigatoriedade do pagamento desta taxa, e que considero absurda. Recebi este retorno :

Senhora:

Em atenção a sua mensagem, informamos que a legislação autoriza o transporte de animais de pequeno e médio porte em taxis, desde que seja acertado previamente com o passageiro o valor a ser cobrado (não excedendo a cinco reais). Salienta-se que a legislação não especifica se o transporte deve ocorrer em caixas apropriadas para o transporte de animais.

Atenciosamente,
Vanessa
Agente de Atendimento - Mat. 7544
eptc@eptc.prefpoa.com.br

Como ainda não me sentia esclarecida se a cobrança da taxa é obrigatória, enviei novo email com o seguinte retorno :

Em atenção a seu novo contato, esclarecemos que a cobrança desta taxa é facultada ao motorista.

Atenciosamente,
Vanessa

Agente de Atendimento - Mat. 7544
eptc@eptc.prefpoa.com.br

Então como a cobrança é facultada ao motorista, significa que ele não pode se valer da palavra obrigatória, se reportando à EPTC como o bicho-papão da história que os obriga a cobrar a taxa... a decisão é do motorista e ele pode escolher que não vai cobrar, só que isso tá mais pra sonho de mudança na sua postura ética do que o que está sendo constatado na realidade. Este Decreto Municipal beneficia e dá poder de decisão ao motorista, que vai escolher o dinheiro ao invés de olhar com sensibilidade para os pequenos seres que carregamos no colo totalmente indefesos e submissos, e de aproveitar cada quilômetro rodado para trocar boas energias com eles.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

1063. Projeto de Lei estimula a posse responsável

Projeto permite que gastos com veterinário sejam abatidos do IR

A Câmara analisa o Projeto de Lei 6631/09, do deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP), que inclui as despesas veterinárias nas deduções da base de cálculo do Imposto de Renda das Pessoas Físicas (IRPF).


Se aprovada, a proposta modificará a Lei 9.250/95 e valerá para as despesas comprovadas documentalmente com animais registrados.

O objetivo, segundo o autor, é desestimular o abandono e criar incentivos para a adoção de animais de estimação, especialmente daqueles portadores de doença. Ele lembra que esses animais normalmente são sacrificados pelos centros de controle de zoonoses.


Posse responsável


O parlamentar lembra que a cidade de Americana (SP), por exemplo, instituiu a chamada posse responsável do animal. "Após a prefeitura retirar da rua cães e gatos abandonados, promovem-se campanhas para a adoção desses animais por famílias dispostas a lhes proporcionar os devidos cuidados", explica.

Essas iniciativas, segundo ele, acabam, no entanto, aumentando os gastos, especialmente com assistência veterinária, daqueles que se dispõem à posse responsável de animais. O objetivo do projeto, de acordo com o deputado, é justamente criar incentivo para quem cuida adequadamente de animais.


Tramitação


A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:
PL-6631/2009

Reportagem : Juliano Pires

Edição : Newton Araújo

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

1062. Criação Divina

QUANDO DEUS CRIOU O CÃO

Quando Deus criou a terra e o céu
Nada foi deixado ao léu
As árvores, as flores os peixes no mar,
As aves e insetos, passando no ar.

E quando finalmente terminou
Tudo era novo, belo e profundo
O Senhor então pensou
vou sozinho caminhar por este mundo.

Viajou muito e um nome dava a tudo que via
E por onde quer que caminhasse
Uma pequena criatura o seguia
Sempre a seus pés, mesmo quando a força já fugia.

Finalmente sobre a terra, céu e mar,
Tudo tinha um nome, tudo estava no lugar
E a pequena criatura então falou:
E a mim Senhor, de que maneira, vais chamar?

Fazendo um carinho no cansado animal,
Ternamente o Pai lhe disse: "Deixei-te pro final"
Mas não te entristeças comigo
Pois mais que um nome, te chamarei de AUmigo!

domingo, 17 de outubro de 2010