sexta-feira, 14 de setembro de 2012
domingo, 9 de setembro de 2012
1556. Auprovado!!!
Cães e gatos terão hospital
Instituição atenderá, no bairro Jardim Botânico, gratuitamente, a casos de média e alta complexidade
| Inclusive será feita esterilização de animais de estimação
Crédito: guerreiro / pmpa / cp |
O anúncio foi feito pelo prefeito José Fortunati durante a assinatura do termo de compromisso para construção do empreendimento. A cerimônia contou com a presença do secretário Especial dos Direitos Animais (Seda), Urbano Schmitt, e dos integrantes da empresa Nova Vicenza Negócios e Participações, vencedora da licitação para execução da obra. Inclusive um escritório de arquitetura foi contratado para a execução do projeto.
O hospital será construído em um terreno da prefeitura de 1,1 mil metros quadrados, localizado na rua Antônio Carlos Tibiriçá, no Jardim Botânico. A área com bloco cirúrgico e pós-operatório terá em torno de 600 metros quadrados, além de uma UTI. Segundo Schmitt, a expectativa é que as obras comecem no início de novembro. "O atendimento na unidade será gratuito e terá 20 veterinários", explicou.
O Hospital Veterinário de Porto Alegre será o primeiro hospital público para animais de estimação do Brasil. Em São Paulo, a Associação de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Aclinvepa) criou uma instituição para atender a casos de baixa complexidade. A Prefeitura de São Paulo repassa uma verba mensal de aproximadamente R$ 600 mil por mês para atender 70 animais por dia, incluindo consultas, retornos, internações, exames e cirurgias.
A primeira-dama Regina Becker, que também é voluntária da Seda, ressaltou que a construção do Hospital Veterinário tem o objetivo de dar a mesma atenção aos animais que hoje é dada à população nos postos de saúde da Capital. Segundo a primeira-dama, mais de 70% dos moradores de Porto Alegre possuem um animal doméstico. "Queremos prestar a melhor assistência à saúde humana e animal", acrescentou Regina.
Amigos,
Na próxima
3ª, dia 18/09, às 19h,
ocorrerá um encontro que debaterá a criação da Delegacia dos Direitos
Animais. Será na Pinacoteca, que fica na
República, 409.
Fiquei
sabendo disso agora há pouco e achei legal a coincidência: no início desta
semana eu havia pensado na sobre o assunto, imaginando quando Porto Alegre
ganharia esse presente. Tomara que seja logo...
Abraços!
Fátima
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
1555. Coisa boa que é feriado!!!
Do alto do monumento e em pose solene, o guapo cachorrinho com as cores do Rio Grande vos contempla para lembrar que hoje é o Dia da Independência e tempo de preparação para as festividades farroupilhas! E logo abaixo, o cusquinho malandrinho que só quer saber de brincar :))
Aumiguinhos Freddy, Luna e Chanel.
Aumiguinha Luna e o potinho rosa de água mais socializado da pracinha.
Aumiguinha Zin
Olha a pose do cusquinho!
Aumiguinho Lucca, o "patrão" dos aumiguinhos e a bandana com as cores da nossa bandeira.
Chameguinho gostoso que dá soniiiiiiiiinho!
O vovozinho Tchã auproveita para passear no solzinho da manhã.
Aumiguinha Chanel.
Tô com soninho...
Psssssssssssssssss, anjinha Meggy mimindo.
Que bonitinha!!!
Aumiguinha Belinha.
Aumiguinha Menininha chegando na pracinha.
Aumiguinha Menininha e os peludinhos Yorks.
Auaus, tudo sempre na maior paz!
1554. Delícia de feriado!
Maninhas Shana e Serena.
Aumiguinho Feijão bebe água por gotejamento.
Sentadinho fica mais confortável!
Aumiguinha Mel também curte esta modalidade.
E depois da água, uma boa sombra pra descansar.
Aumiguinha Mimi preferiu tomar água na modalidade conchinha.
Aumiguinhos Feijão e Vida.
Aumiguinha Vida recebendo aufofadinhas... só love!!!
Enquanto a maninha Vida brinca com o Feijão, a Mimi passeia com a inseparável bolsinha prata.
Aumiguinhos Feijão, Vida e Mel.
Quem é vc, aumiguinho Beagle?
Aumiguinho Bingo audora estar cercado por meninas :)
Aumiguinhos Bingo e Vida.
Aumiguinho Boss contando para os pequenos Mel e Shoyo os aucontecimentos peludísticos da semana.
Auuuuuuuuuuuuuuuuu, aumiguinho Feijão!!!
Aumiguinho Feijão bebe água por gotejamento.
Sentadinho fica mais confortável!
Aumiguinha Mel também curte esta modalidade.
E depois da água, uma boa sombra pra descansar.
Aumiguinha Mimi preferiu tomar água na modalidade conchinha.
Aumiguinhos Feijão e Vida.
Aumiguinha Vida recebendo aufofadinhas... só love!!!
Enquanto a maninha Vida brinca com o Feijão, a Mimi passeia com a inseparável bolsinha prata.
Aumiguinhos Feijão, Vida e Mel.
Quem é vc, aumiguinho Beagle?
Aumiguinho Bingo audora estar cercado por meninas :)
Aumiguinhos Bingo e Vida.
Aumiguinho Boss contando para os pequenos Mel e Shoyo os aucontecimentos peludísticos da semana.
Auuuuuuuuuuuuuuuuu, aumiguinho Feijão!!!
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
1553. Sniff... sniff...
Meu melhor amigo se foi mas continua comigo
Ulisses Tavares
Nesta noite de domingo ele dorme, como sempre, aqui no meio da sala.
Só que, desta vez, não irá acordar nunca mais.
Meu melhor amigo, o Ferinha Mel, morreu da maneira que viveu: como um anjinho.
Olhando seu corpo peludo, sua carinha de criança cheia de cabelinhos
brancos, meu coração encolhido, angustiado, exausto pelas tentativas de
hoje a tarde, no mercenário hospital veterinário, de espetar e entupir
seu combalido ser de remédios e soros, penso que atendi seu último
desejo, no último olhar que me dirigiu.
Em nossa comunicação visceral, entendi o que me disse:
Pai, me tira desse lugar, quero partir lá onde aprendi a ser feliz desde filhotinho. A nossa casa.
Ferinha Mel nunca teve uma casinha de cachorro, teve é uma casa inteira para o cachorro.
Tanto que agora há pouco a veterinária insistiu em leva-lo de volta ao hospital e eu, em nome dele, recusei.
Nem daria tempo: seu coraçãozinho parou de repente, cercado de pessoas que o conheciam e o amavam.
Vai ficar o profundo vazio de sua presença física, sei, claro.
Meu grudinho. Meu pançudinho. Meu encrenquinha. Meu melhor amigo. Meu filho. Meu amor.
Neste velório íntimo e dolorido, em que minha alma escorre em lágrimas, continuo sabendo o que ele quer.
Que eu me lembre que ele só veio parar em meus braços para me
alegrar, repartir, consolar, se doar e agradecer as zilhões de pequenas
coisas que compartilhamos.
Foi ele quem me estimulava a defender os animais, todos.
Foi ele quem me mostrou que não há dia ruim que não melhore diante de uma boa lambida.
Foi ele quem me ensinou a abanar mais o rabinho e rosnar menos.
No céu dos cachorrinhos, continuará a fazer isso.
E na terra fico eu com seu legado, sua herança abençoada, sua sabedoria de carpem diem.
Ferinha Mel apenas finge que morreu, o sapequinha.
O safadinho sabe muito bem que continua aqui, para o resto de minha vida.
Uma vida que, confesso, me parece no momento bem triste.
Mas não é o que ele me deseja.
Por isso prometo: quando ficar vendo o mundo cinzento demais, chamarei por ele e suas vívidas lembranças.
Não há adeus, portanto, apenas a humana dor da perda.
Ferinha Mel, tenho apenas tudo a agradecer.
Ulisses Tavares tem agora vivo dentro do peito o Ferinha Mel a lhe consolar, ensinar. Como sempre foi e será.
Ulisses Tavares e Ferinha Mel
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
1552. Educação x Proibição
Usuários do
Parque Ecológico Renato Azeredo, na Região Nordeste de BH, não entram se
estiverem com seus animais de estimação, conforme determinação da
prefeitura
Todas as manhãs, Luppy
passeava no Parque Ecológico Renato Azeredo, que ocupa 92,7 mil metros
quadrados do Bairro Palmares, Região Nordeste de Belo Horizonte. Ainda
hoje, quando passa em frente ao portão do local, o pequeno pinscher,
voluntarioso e inquieto, faz menção de entrar. Com o coração apertado, a
dona de casa Madalena Andrade, de 53 anos, puxa a coleira e alerta com
doçura: “Não pode, não pode”. Ela não se conforma com o fato de a
Fundação de Parques Municipais ter proibido a presença de cães no
local. E não há justificativa. De acordo com o órgão, a liberação da
entrada de cachorros depende da “vocação” do parque e a medida é
implantada também em outros lugares.
Para reverter a decisão da fundação, Madalena e outros moradores da região ameaçam entrar na Justiça contra a prefeitura da capital. “Se há outros parques em que não é proibida a entrada de cães, esse deveria ter o mesmo tratamento. É o princípio da isonomia”, defende a advogada Linda Maluf Afonso, que presta consultoria ao grupo. A fundação não sabe exatamente quando a proibição passou a vigorar. Diretora de Parques da Região Norte — que abrange o Renato Azeredo, inaugurado em 1996 —, Aline Guerra alega que a decisão foi tomada a pedido de outros frequentadores. “Eles reclamavam que pessoas entravam com cães e não recolhiam as fezes dos animais, ou recolhiam e jogavam o saco plástico no gramado do parque”, justifica a diretora. “Também soubemos de um cão que, deixado à solta pela dona, avançou em uma criança”, acrescenta.
As irregularidades relatadas por Aline são previstas em leis municipais. A Lei 8.616, de 2003 — o Código de Posturas —, estabelece que “o condutor de animal é obrigado a recolher dejeto depositado em logradouro público pelo animal”, usando “saco de lixo, a ser fechado e depositado em lixeira”. O infrator pode pagar multa de R$ 112,73. Já o Decreto 10.961, de 2002, obriga o uso de focinheiras e coleiras nos cães, sob pena de multa de R$ 50 e apreensão do animal, se for “de raça perigosa”.
A chefe do Departamento de Parques da Região Centro-Sul, Tatiane Cordeiro, disse que é preciso considerar onde o parque está estabelecido, qual o perfil de seu público, a flora e a fauna. No Parque Municipal, por exemplo, que fica no Centro da cidade, é proibida a entrada de cães de grande porte. “É por causa do público. Tem muita gente, muitos idosos, crianças”, explica Tatiane. Por sua vez, o Parque Mosteiro Tom Jobim, no Bairro Luxemburgo, também Região Centro-Sul, não permite a entrada de cães. “Lá dentro as vias são muito estreitas e quase todo o parque é composto por área jardinada. Temos fauna silvestre, com animais como gambás e micos, que poderiam ser ameaçados pelo cachorros”, justifica Tatiane.
“É preciso educar os frequentadores e fiscalizar, mas não se pode prejudicar o todo por causa da atitude de alguns”, argumenta o representante de vendas Robson dos Anjos, de 50, um dos líderes do grupo de pessoas inconformadas com a proibição. A turma deve se reunir nesta semana para definir suas ações. “Primeiro devemos pedir por escrito, formalmente, que a prefeitura reveja a decisão. Esperamos que não tenhamos que acionar a Justiça”, diz Robson. “Se precisar, vamos fazer passeata, denunciar na internet”, completa. Segundo ele, alguns pet shops da vizinhança se ofereceram para doar, caso a proibição seja suspensa, kits com luvas e sacos plásticos, para o recolhimento das fezes dos cães.
De olho
Os argumentos para a proibição “não têm fundamento”, na avaliação da web designer Carla Roberta Magnani, de 45 anos, frequentadora do parque. “A gente tinha problemas, como todos os parques, mas a grande maioria respeitava a lei. Mesmo que não respeitasse, caberia aos guardas (municipais) ficarem de olho. Não era preciso proibir”, defende ela, presidente de uma organização de defesa dos direitos dos animais, a S.O.S. Bichos.
Antes da proibição, Carla e o pequeno Frank, um shitzu de 6 anos, iam ao parque diariamente. “O passeio é superbenéfico para o cachorro. Ele se socializa com outros animais, entra em contato com a natureza. Dá para perceber que fica mais feliz, mais disposto”, constata. Agora, a dupla faz suas caminhadas nas calçadas da vizinhança. “Temos que atravessar ruas, avenidas, correndo o risco de sofrer algum acidente”, queixa-se.
A medida é “válida”, na opinião de Andréa dos Santos, de 46, atendente de uma padaria e frequentadora do Renato Azeredo. “As pessoas perderam a noção de tudo. Elas não trazem a sacola para apanhar os dejetos, que ficam ao deus-dará. E deixam o cachorro solto, o que é um perigo”, argumenta. A comerciante Ivone Vieira, de 45, é contrária à proibição, mas sugere que os cachorros fiquem restritos a uma área isolada dentro do parque. “Os proprietários não têm consciência de seus deveres”, critica.
Para reverter a decisão da fundação, Madalena e outros moradores da região ameaçam entrar na Justiça contra a prefeitura da capital. “Se há outros parques em que não é proibida a entrada de cães, esse deveria ter o mesmo tratamento. É o princípio da isonomia”, defende a advogada Linda Maluf Afonso, que presta consultoria ao grupo. A fundação não sabe exatamente quando a proibição passou a vigorar. Diretora de Parques da Região Norte — que abrange o Renato Azeredo, inaugurado em 1996 —, Aline Guerra alega que a decisão foi tomada a pedido de outros frequentadores. “Eles reclamavam que pessoas entravam com cães e não recolhiam as fezes dos animais, ou recolhiam e jogavam o saco plástico no gramado do parque”, justifica a diretora. “Também soubemos de um cão que, deixado à solta pela dona, avançou em uma criança”, acrescenta.
As irregularidades relatadas por Aline são previstas em leis municipais. A Lei 8.616, de 2003 — o Código de Posturas —, estabelece que “o condutor de animal é obrigado a recolher dejeto depositado em logradouro público pelo animal”, usando “saco de lixo, a ser fechado e depositado em lixeira”. O infrator pode pagar multa de R$ 112,73. Já o Decreto 10.961, de 2002, obriga o uso de focinheiras e coleiras nos cães, sob pena de multa de R$ 50 e apreensão do animal, se for “de raça perigosa”.
A chefe do Departamento de Parques da Região Centro-Sul, Tatiane Cordeiro, disse que é preciso considerar onde o parque está estabelecido, qual o perfil de seu público, a flora e a fauna. No Parque Municipal, por exemplo, que fica no Centro da cidade, é proibida a entrada de cães de grande porte. “É por causa do público. Tem muita gente, muitos idosos, crianças”, explica Tatiane. Por sua vez, o Parque Mosteiro Tom Jobim, no Bairro Luxemburgo, também Região Centro-Sul, não permite a entrada de cães. “Lá dentro as vias são muito estreitas e quase todo o parque é composto por área jardinada. Temos fauna silvestre, com animais como gambás e micos, que poderiam ser ameaçados pelo cachorros”, justifica Tatiane.
“É preciso educar os frequentadores e fiscalizar, mas não se pode prejudicar o todo por causa da atitude de alguns”, argumenta o representante de vendas Robson dos Anjos, de 50, um dos líderes do grupo de pessoas inconformadas com a proibição. A turma deve se reunir nesta semana para definir suas ações. “Primeiro devemos pedir por escrito, formalmente, que a prefeitura reveja a decisão. Esperamos que não tenhamos que acionar a Justiça”, diz Robson. “Se precisar, vamos fazer passeata, denunciar na internet”, completa. Segundo ele, alguns pet shops da vizinhança se ofereceram para doar, caso a proibição seja suspensa, kits com luvas e sacos plásticos, para o recolhimento das fezes dos cães.
De olho
Os argumentos para a proibição “não têm fundamento”, na avaliação da web designer Carla Roberta Magnani, de 45 anos, frequentadora do parque. “A gente tinha problemas, como todos os parques, mas a grande maioria respeitava a lei. Mesmo que não respeitasse, caberia aos guardas (municipais) ficarem de olho. Não era preciso proibir”, defende ela, presidente de uma organização de defesa dos direitos dos animais, a S.O.S. Bichos.
Antes da proibição, Carla e o pequeno Frank, um shitzu de 6 anos, iam ao parque diariamente. “O passeio é superbenéfico para o cachorro. Ele se socializa com outros animais, entra em contato com a natureza. Dá para perceber que fica mais feliz, mais disposto”, constata. Agora, a dupla faz suas caminhadas nas calçadas da vizinhança. “Temos que atravessar ruas, avenidas, correndo o risco de sofrer algum acidente”, queixa-se.
A medida é “válida”, na opinião de Andréa dos Santos, de 46, atendente de uma padaria e frequentadora do Renato Azeredo. “As pessoas perderam a noção de tudo. Elas não trazem a sacola para apanhar os dejetos, que ficam ao deus-dará. E deixam o cachorro solto, o que é um perigo”, argumenta. A comerciante Ivone Vieira, de 45, é contrária à proibição, mas sugere que os cachorros fiquem restritos a uma área isolada dentro do parque. “Os proprietários não têm consciência de seus deveres”, critica.
Lugar ideal para socializar
O
grupo espera que o Parque Renato Azeredo siga o caminho do Parque
Rosinha Cadar, situado no Bairro Santo Agostinho, Região Centro-Sul de
BH, que também teve a entrada da cães proibida em 2010. No mesmo ano,
porém, a Fundação de Parques Municipais voltou atrás a pedido de
frequentadores do local. “Os donos estavam soltando os cães, que
estragavam a área verde do parque com urina e fezes”, aponta Tatiane
Cordeiro, chefe do Departamento de Parques da Região Centro-Sul —que
inclui o Rosinha Cadar, implantado em 1994. “Depois que liberamos
novamente (a entrada dos animais), o comportamento dos usuários mudou,
mas ainda tem gente que não respeita”, observa Tatiane.
Fonte : Jornal Estado de Minas
domingo, 2 de setembro de 2012
1551. Não aos testes com animais!
Em entrevista ao vivo para o Jornal da Record News nesta segunda-feira (20), George Guimarães, presidente da ONG VEDDAS,
falou por quase meia hora sobre testes em animais e explicou os motivos
pelos quais a sociedade não pode aceitar este tipo de prática nos dias
de hoje.
George citou ainda que a União Européia não vai mais aceitar testes
em animais em seu território a partir de 2013 e que essa indústria
bilionária tende a se instalar com ainda mais intensidade em território
nacional. “Eles precisam de um quintal e o Brasil está aceitando isso”,
disse.
Rebatendo o argumento enviado por um instituto que pratica testes em
animais na cidade de São Roque-SP, o ativista comentou: “Existem sim
testes alternativos para todos aqueles testes que o Instituto Royal
realiza hoje com cães e outros animais. O que há é o interesse econômico
na indústria da vivessecção e não falta de tecnologia.”
Em certo momento, a apresentadora do telejornal perguntou por qual
razão eram utilizados cães da raça Beagle, especificamente, nos testes
farmacêuticos. “Estes cães são dóceis e têm pequeno porte, isso facilita
o manuseio. Por isso eles são os que mais sofrem com este tipo de
prática. Estes animais tinham que estar brincando com crianças e não
sofrendo testes dolorosos em prédios.”, explicou.
Assista a entrevista completa em video http://bit.ly/MHRd1l
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