Muitas flores delicadas e perfumadas para aulegrar a sua semana!
domingo, 7 de novembro de 2010
1082. Delícia de manhã!
Muitas flores delicadas e perfumadas para aulegrar a sua semana!
sábado, 6 de novembro de 2010
1081. Sniff... sniff...
Morre a cadelinha que foi queimada viva em Palhoça (SC)
A pequena cachorrinha Pedra, que foi barbaramente queimada na cidade de Palhoça (SC) não resistiu à atrocidade e aos graves ferimentos e faleceu hoje (4) pela manhã.
A cachorrinha, que fora rebatizada de “Vida”, passava por tratamento e cuidados da veterinária Daniele Ody Spaniol, que juntamente com sua equipe da Clínica Veterinária Palhoça, lutou para reverter o grave quadro em que se encontrava o animal.
O corpo do animal encontrava-se com 85% de queimaduras e o estado era muito grave.Daniele informa que o dinheiro arrecadado para o tratamento da cachorrinha será revertido em prol da ONG que a resgatou.
Para entrar em contato com a veterinária, pelo telefone - (48) 3033-2503 - a clínica abre apartir das 9:00hs
Entenda o caso completo da cachorrinha Pedra - http://ven.to/d8O
Pois é, aumiguinho Jiujitsu, é com muita tristeza que ficamos sabendo deste e de tantos outros atos de crueldade sendo praticados e que se repetem diariamente contra os animais indefesos em milhares de lugares por este mundão afora, refletindo o lado ruim e perverso de milhões de desumanos. Concordo com o seu papai quando se refere ao caso da cachorrinha Pedra, que se tomem todas as providências para que os autores de tal atrocidade sejam punidos, e que assim se repita com todos aqueles que ousem desrespeitar os animais em seu direito a uma vida digna.
A pequena cachorrinha Pedra, que foi barbaramente queimada na cidade de Palhoça (SC) não resistiu à atrocidade e aos graves ferimentos e faleceu hoje (4) pela manhã.
A cachorrinha, que fora rebatizada de “Vida”, passava por tratamento e cuidados da veterinária Daniele Ody Spaniol, que juntamente com sua equipe da Clínica Veterinária Palhoça, lutou para reverter o grave quadro em que se encontrava o animal.
O corpo do animal encontrava-se com 85% de queimaduras e o estado era muito grave.Daniele informa que o dinheiro arrecadado para o tratamento da cachorrinha será revertido em prol da ONG que a resgatou.
Para entrar em contato com a veterinária, pelo telefone - (48) 3033-2503 - a clínica abre apartir das 9:00hs
Entenda o caso completo da cachorrinha Pedra - http://ven.to/d8O
Pois é, aumiguinho Jiujitsu, é com muita tristeza que ficamos sabendo deste e de tantos outros atos de crueldade sendo praticados e que se repetem diariamente contra os animais indefesos em milhares de lugares por este mundão afora, refletindo o lado ruim e perverso de milhões de desumanos. Concordo com o seu papai quando se refere ao caso da cachorrinha Pedra, que se tomem todas as providências para que os autores de tal atrocidade sejam punidos, e que assim se repita com todos aqueles que ousem desrespeitar os animais em seu direito a uma vida digna.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
1080. Crueldade! Cachorrinha queimada viva!

Na casinha de boneca que há três anos foi “adotada” pela vira-lata Pedra, restam apenas os panos usados pela cachorrinha para dormir e o pote em que ela bebia água. A cadela foi queimada viva na manhã de domingo, bem perto da casa da segurança Izabel Cristina de Macedo, 31 anos, que alimentava e cuidava de Pedra, que vivia na Barra do Aririú, em Palhoça, na Grande Florianópolis.
A médica veterinária Daniele Ody Spaniol recebeu a cachorrinha na tarde de segunda-feira, para tratar, na Clínica Palhoça, no Centro, e descreveu o seu estado de saúde:
“Ela está com a pele em carne viva em 85% do corpo. O rosto, o focinho, os olhos, está tudo desfigurado. Sem contar que a vulva dela está com ferimentos horríveis. Não dá para acreditar que alguém seja capaz de tanta crueldade. Talvez a tenham amarrado e queimado, introduzido alguma coisa no corpo. Nunca, na vida, tratei de um animal assim”, desabafou a veterinária.
Pedra foi abandonada ainda filhote na praia da Barra do Aririú, há três anos, com outros cachorrinhos da mesma ninhada. Na época, a filha de Izabel, Ana Cristina, hoje com 12 anos, passou a cuidar e a alimentar o bichinho. O restante da ninhada não sobreviveu. No primeiro ano de vida, a cachorrinha foi atropelada duas vezes e conseguiu se recuperar. Como é forte como rocha, foi chamada de Pedra.
Os moradores da praia da Barra preferem não apontar suspeitos, mas desconfiam de um grupo de garotos que estava próximo ao animal pouco antes do acontecido.
Sensibilizada com a força de Pedra, a médica veterinária que a atendeu já resolveu que vai adotá-la. Daniele torce para que a vira-latas sobreviva.
Quem quiser ajudar Pedra com ração e medicamentos pode entrar em contato com a veterinária pelo telefone (48) 3033-2503 .
Pedra está sedada, recebendo soro, provavelmente nunca mais volte a enxergar e precisa de medicamentos como pomada e morfina todos os dias.
Fonte: Diário Catarinense
Proteste! Exija providências!
Veja abaixo a carta enviada pelo Sentiens e pela ANDA às autoridades de Palhoça: Polícia Civil, Polícia Militar, Ministério Público e Secretaria Municipal de Meio Ambiente, com cópia para a imprensa. Se desejar, use como modelo:
Para:drppalhoca@pc.sc.gov.brmailto:drppalhoca@pc.sc.gov.brpalhoca04pj@mp.sc.gov.brfcam@palhoca.sc.gov.br
C.C.:bandfloripa@tvbv.com.brdiariodoleitor@diario.com.brcbndiario@rbsradios.com.brtvcapital@floripa.com.br
Exmos. Promotor de Justiça de Palhoça, autoridades da Policia Civil e Militar e Secretário Municipal de Meio Ambiente
Vimos expressar nosso repúdio e indignação pelo ocorrido na Barra da Aririú, onde uma cadela foi barbaramente agredida, queimada viva.
Solicitamos providências imediatas para que o caso seja devidamente investigado e esclarecido, e para que os criminosos sejam rigorosamente punidos. Ressaltamos que, segundo a reportagem do Diário Catarinense, já há suspeitos a serem inqueridos.
É inaceitável qualquer expressão de violência, mas em especial a perpetrada contra seres extremamente sensíveis e vulneráveis como os animais. A perversidade de se atear fogo a um animal choca até mesmo o mais experiente defensor dos animais, familiarizado com todos os tipos de violência que os vitimam cotidianamente.
Aguardamos providências.
ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais
Sentiens Defesa Animal
Aumiguinho cãolaborador e indignado com tanta covardia : Jiujitsu
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
1079. O que pode dar errado ao acasalar uma cachorrinha?
Então você decide reproduzir sua adorável “feminha”. Você sabe o que esperar se tudo der certo. Sua pequena menina lhe presenteará com um pequeno buquê de alegrias. Ela irá, adoravelmente, nutrí-los com seu precioso leite e cuidará deles até que estejam grandinhos o suficiente para caminharem sozinhos pelo mundo.Você e sua família terão enorme prazer em testemunhar esses pequenos cães crescerem, então, na época apropriada, encontrarão lares adequados e especiais, que atendam às necessidades de cada um deles ou, talvez, decidirão ficar com um ou dois filhotes!
Mas, e se algo sair errado? Já pensou nisso?
Nesta lista estão listados alguns dos poucos problemas que aconteceram com cães da raça Retriever. Tudo que está listado aconteceu com a autora do texto ou com algum conhecido seu – e não são incidentes isolados.
Aprenda com os erros alheios!
Se durante o acasalamento (opção pela monta natural)
1. O macho que você escolheu for portador de uma doença sexualmente transmissível e transmitir essa doença para sua fêmea. Além dela não engravidar, você terá que pagar contas veterinárias exorbitantes para tratar sua infecção e, agora, ela está estéril.
2. O macho que você escolheu para inseminar sua querida não é experiente na prática sexual. Uma vez que eles estão atados no nó sexual, ele decide correr atrás do gato do vizinho que acaba de cair no quintal. Ele puxa seu pênis com tanta força que provoca uma hemorragia na cadela.
3. Sua cadelinha decide que não quer dar atenção ao macho que você escolheu. Ela foge dele, rosna e, num segundo, dá uma mordida terrível em seu olho esquerdo.
4. Você deixa sua cadela com o proprietário do macho, porque o acasalamento não está fácil. De fato, já fazem 3 horas e nada ainda! O proprietário do macho deixa os cães sozinhos no quintal, eles encontram uma fenda no portão, fogem e um caminhão atropela a sua fêmea.
5. Você paga pela cobertura do macho e ainda deve um filhote ao proprietário do macho. Após 2 meses, você descobre que sua cadela não está grávida – agora você tem que esperar o próximo cio. Claro que se não der certo, novamente, espere mais tempo ou perca o valor que pagou.
6. Ela foi acasalada. Você a leva para casa. Ela fica no quintal, embora esteja no cio e receptiva aos machos. Você ouve barulhos “lá fora” e quando vai ver, a encontra cruzando com um vira-lata qualquer que entrou pela grade. Quando a ninhada nasce, todos os filhotes precisam ter seu DNA testado.
7. Ela foi acasalada. Você a leva para casa e permite que ela fique no quintal, mesmo sabendo que está receptiva a outros machos e que o quintal não é tão seguro. Você não vê nenhum cão acasalando com ela, mas os filhotes nascem muito estranhos. Você liga para o proprietário do macho e ele sugere um teste de DNA, às suas custas. Você tem uma ninhada de vira-latas! O que fazer com os filhotes que já estão vendidos?
8. Sua cadela foi acasalada e você a viu cruzando com o cão do vizinho. Você decide interromper a gestação e ser mais cauteloso da próxima vez. Mas, semanas depois, sua cadela está doente, em função da massiva dose hormonal que tomou, causando infecção uterina. Agora ela tem piometra e precisa remover o útero. Todos os planos de ter filhotinhos se foram e sua cadela corre risco de vida se não for operada.
Se durante o parto (opção pelo parto normal)
1. Os filhote forem muito grandes para a fêmea, ela não entra em de parto, os filhotes morrem e ela se infecta pelos corpos em decomposição.
2. O primeiro filhote é grande demais. Quando ele começa a vir, sua cadelinha começa a gritar e, antes que você possa ajudar, ela o pega entre os dentes, puxa-o pela cabeça, decepando-o, instantaneamente.
3. Um filhote emperra no canal do parto. São 3:00 am do dia de Natal e você precisa procurar por um veterinário que faça um cesariana de emergência.
4. Um filhote morto emperra no canal do parto. A mãe faz tanta força para parí-lo que acaba por provocar uma ruptura uterina. Ela sangra até a morte enquanto você dirige loucamente no caminho para uma clínica veterinária.
5. Um filhote está demorando a nascer e você descobre que ele morreu afogado dentro da própria bolsa de líquido amniótico.
6. Um filhote está nascendo em apresentação pélvica (de bumbum) e a bolsa que o protege estourou – o parto está seco. Ele fica preso. A mãe tenta ajudá-lo, puxando pelos dentes, através de suas patas traseiras. A cabeça e os ombros estão firmemente travados. A mãe puxa tanto a perna que a arranca do corpo do filhote.
E se logo depois do parto
1. A cadela não tiver a menor idéia do que fazer com os filhotes, deixando-os “para lá” e não sendo afetada pelo instinto materno.
2. A mãe rejeitar os filhotes.
3. A mãe se entusiasmar demais removendo a placenta e o cordão umbilical, que acaba produzindo um enorme buraco na barriga dos filhotes e um sangramento enorme.
4. A mãe se entusiasma tanto removendo a placenta e o cordão umbilical, que acaba engolindo os filhotes menorzinhos.
5. Ela se torna agressiva, inclusive com as pessoas da casa, não permitindo que ninguém se aproxime dela e dos filhotes, entretanto, ela também, se recusa a cuidar deles.
6. Você percebe algo diferente em sua vagina. Chama o vet e ele diagnostica como prolapso de útero. Ela precisa ser operada para remover o útero.
E quando você pensa que está tudo bem
1. Vocês descobre que um ou mais filhotes aspiraram secreção durante o parto e estão com pneumonia – a morte pode acontecer dentro das próximas 36 horas.
2. O leite da mãe está contaminado. Você perde 2 ou 3 filhotes antes de descobrir o que está errado. Você acaba por alimentar o restante da ninhada com mamadeiras a cada 2 horas – dia e noite. Depois de 3 dias, os outros filhotes morrem pela mesma infecção.
3. Os filhotes desenvolvem a síndrome do esmorecimento (fading puppy syndrome) e você logo perde 2 deles. Dia e noite, você passa a alimentar o restante da ninhada com mamadeira e sonda. Apesar dos seus enormes esforços, o restante da ninhada morre em suas mãos.
4. Sua fêmea desenvolve mastite e a pele de suas tetas rompe, de sair muito sangue.
5. Sua fêmea desenvolve infecção uterina em função de restos placentários retidos. Ela está com uma febre altíssima. Você corre com ela para o veterinário, ela está muito doente e é necessário remover seu útero urgentemente para conter a infecção. Ela é operada e você paga uma fortuna pelo atendimento e cirurgia de emergência. O leite infectado matou os filhotes e a cadela não resiste dias depois.
6. Os filhotes estão bem, entretanto, em função das alterações hormonais, a cadela desenvolve uma enorme agressividade. Qualquer hora que qualquer pessoa tentar tocá-la, ou a seus filhotes, ela ataca.
7. Mãe e filhotes parecem bem, os filhotes estão com 4 semanas e são muito fofos. Entretanto, um dia, um filhote desaparece. Você procura por todo lugar, mas não o encontra. Alguns dias depois, outro filhote desaparece. E outro. Você não consegue descobrir como os filhotes estão desaparecendo. Finalmente, há apenas um único filhote sobrando. Na manhã seguinte, você encontra mãe comendo os restos do último filhote assassinado.
Fonte : http://www.blog.villechamonix.com
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
1078. Transporte seu pet com segurança

Passeios e viagens de carro em boa companhia são um ótimo programa, sobretudo nessa época do ano, quando a temperatura amena e os dias de céu azul convidam a sair de casa. E por falar em companhia, levar o animal de estimação para se divertir é uma delícia.
Os amigos de quatro patas topam qualquer aventura, basta que os tutores tomem alguns cuidados antes de sair de casa para que o trajeto até a praça ou a praia seja igualmente agradável para os dois.
Filhotes e animais inquietos viajam melhor em caixas de transporte adequadas ao seu tamanho, produtos criados especialmente para eles que possuem grade para ventilação e algum espaço interno. Essas caixas podem ser colocadas sobre o banco traseiro, presas ao cinto de segurança, ou quando forem muito grandes, no porta-malas.
Os gatos e os cachorros mais tranquilos podem ser colocados em cintos de segurança nos bancos de trás. Eles viajam bem, sobretudo se forem acostumados desde filhotes. Os cintos de segurança de gatos e cães são presos ao peito do animal, o que evita acidentes e as temidas torções em freadas buscas.
Para garantir o conforto dos animais, de pequeno e médio porte, o mercado já desenvolveu outros acessórios, todos adaptáveis conforme a necessidade dos tutores. Além das caixas de transporte, sacolas especiais levam os mínis e também vão presas ao cinto. Uma outra opção é apostar em cadeirinhas – cesto que lembram aquelas usadas para bebês.
A melhor forma de escolher como carregar o animal é consultar quem entende do assunto e respeitar a personalidade do animal. Não adiante forçar o cão, que normalmente é tranquilo, a ficar dentro de uma caixa, se ele estranha e late o tempo todo. O mesmo vale para os gatos em sacolas com janelas de tecido ou telinhas.
E, se o passeio for mais longo, tenha certeza de que o gato ou o cachorro vai se divertir tanto quanto você. Leve-o ao veterinário para providenciar a vacina antirrábica (acima dos seis meses) e a guia de transporte animal. Planeje a viagem para reduzir o estresse do animal: se ele não estiver enjoando, hidrate e alimente, faça pausas a cada duas horas para permitir que ele estique as patas e faça suas necessidades.
Contran artigo 235
Levar animais na caçamba ou com parte do corpo fora do carro dá multa, viajando no banco do carona ou no colo, também.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
1077. Aumiguinhas "barriga verde"
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
1076. Domingão!
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