Você se sente culpado quando precisa sair e é obrigado a deixar seu totó sozinho em casa? Pois saiba que você não é o único. A correria do dia a dia, longos períodos de trabalho, entre outras situações têm roubado o tempo que alguns donos de cães passariam com eles. O problema é que os bichinhos acabam entediados e depressivos, quando não decidem destruir toda a casa, só para passar o tempo.
Se o seu cãozinho anda ansioso, depressivo, entediado ou com comportamento destrutivo, talvez entrar em contato com elementos da natureza possa lhe fazer bem. Mas não se preocupe que ninguém está sugerindo uma viagem, ou trilha ecológica com o pet. Com a ajuda do Dog Sitter DVD, o fabricante garante algumas horas de bem-estar e conforto aos bichos de estimação sem ter que sair de casa.
O vídeo foi desenvolvido especificamente para estimular os cães, promovendo a sensação de estarem fora de casa, em contato com a natureza, cercados por animais silvestres e sons característicos. O DVD também mostra outros cães interagindo, além de extras divertidos, como o vídeo de um esperto macaquinho vestido de cowboy montando em um Border Collie. Segundo o fabricante, o objetivo do Dog Sitter DVD é fazer o cão se sentir como se estivesse em seu habitat natural, em companhia de esquilos, guaxinins, gatos, pássaros, etc. Outra exclusividade do produto é disponibilizar sons audíveis apenas para os cachorros, tornando o vídeo ainda mais atraente. O DVD está disponível no site petproductadvisor.com e é vendido com três pacotes de pipoca para cães, por 13,99 dólares. Fonte : http://petmag.uol.com.br
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta terça-feira (16) um projeto de lei que estabelece a castração como método para controlar a natalidade de cães e gatos no Brasil. A proposta proíbe que continue vigente no país o modelo de apreensão e eutanásia, em que os animais que vivem na rua são recolhidos por “carrocinhas” e mortos por métodos como injeção letal. O projeto (PL 4/2005) estabelece ainda que o programa de esterilização seja prioritário em comunidades de baixa renda e determina que sejam realizados estudos para detectar em quais cidades brasileiras a castração é emergencial. A proposta já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e ainda precisa passar pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), antes de voltar para a Câmara. “O controle de natalidade atualmente é feito por meio de extermínio dos animais. Até pouco tempo, era feito por meio de câmara de gás. A gente questiona esse ato do Poder Público. O governo fica gastando dinheiro com extermínio e isso é completamente ineficiente, além de antiético com os animais”, disse a veterinária Ana Nira. O relator da proposta, senador Wellington Salgado (PMDB-MG), disse em seu parecer que, “embora não existam estudos de âmbito nacional sobre a relação custo/benefício da política de castração de cães e gatos e a política vigente de apreensão e eutanásia dos animais errantes, o exame dos dados enviados pelos órgãos do governo do Distrito Federal indicam que, além dos aspectos humanitários, existe uma redução nos custos por parte do estado, com reflexos positivos na saúde pública com adoção da política de castração”. Fonte: Congresso em Foco
O aumiguinho Billy brinca com a maninha Chérie, Chê para os aumiguinhos, autividade que eles audoram praticar durante todo o dia... e de noite, também! Aucontece que a miaumiguinha Chê aucaba cansando de tantas investidas com patinhas, lambidinhas e mordidinhas pelo incansável maninho Billy, que num dado momento dispara dele e decide por se esconder em cima do guarda-roupas, o último refúgio e muralha intransponível para o pirralho que audora e não se cansa de uma boa farra!
A graciosa aumiguinha Julie veio passear na pracinha e se divertiu encontrando os aumiguinhos que brincavam na gostosa manhã... as xuquinhas da aumiguinha dançavam de acordo com o vento! Lindinha!!!
A aumiguinha Vick, ainda doloridinha e dengosa no colinho da Liana, depois da cirurgia de castração que aumanhã completará uma semana. Correu tudo bem e ela está se recuperando dentro do tempo esperado e com todo o cuidado e carinho que a família dedica a ela. Semana que vem, certamente ela estará mergulhando de focinho nos infinitos cheirinhos do chão da pracinha!
Aumiguinho Lipe, o cantor gospel da pracinha, em mais um recital aucompanhando o badalar dos sinos da igreja. Auuuuuuuuuuuuu!!!
O aumiguinho Oliver (11 anos) e a aumiguinha Luna "Goduxa"(9 anos), são os nossos peludos "sênior", aulegres, tranquilos e levando a vida numa boa porque são protegidos e aumados por seus devotados e inseparáveis protetores.
A cachorreira Aline com a filhota Mel e rodeada pelos aumiguinhos, do jeitinho que ela gosta! Que momento!
Aumicães olhando para um lado e os aumiguinhos olhando para o outro. O que estava aucontecendo?
Capa da revista National Geographic Brasil, edição de março, que conta a importância do vira-lata, bichinho 100% brasileiro.
A Moqueca, uma vira-latinha super simpática, estampa a capa da revista National Geographic Brasil do mês de março, já nas bancas. A reportagem é muito interessante e aqui reproduzo uma parte dela.
O vira-lata brasileiro é um cão autônomo, de grande inteligência e com enorme capacidade de conformação. Seus formato e tamanho são médios. Sua pelagem é curta e de cores ajustadas às condições ambientais, variando do negro ao bege-claro. Correm, nadam, sabem dissimular e têm todos os sentidos aguçados e bastante equilibrados. Muitas pessoas certamente ficariam na dúvida em identificar o nome de certa raça de cachorro com pedigree, mas poucos hesitariam em reconhecer um vira-lata, um rasga-saco, um pé-duro ou um, na linguagem formal dos veterinários, SRD (ou sem raça definida).
O SRD tolera e resiste a doenças e enfrenta sozinho condições ambientais adversas nas quais outros cães não teriam nenhuma chance de sobrevivência, seja no meio do mato, seja na área rural ou mesmo nos grandes centros urbanos. Oposto aos cachorros de raça, especialistas por natureza, o vira-lata é antes de tudo um generalista. Seu talento, seu conhecimento e seu interesse se estendem a vários "campos", não se confinando em nenhum setor, como seus parentes com pedigree. Ele está geneticamente equipado para lidar com diversas situações, impostas pela natureza ou pelos seres humanos.
Uma coleção de acasos e oportunidades deu origem e moldou o vira-lata brasileiro. Ele segue evoluindo enquanto, no caso dos cães de raça, o esforço dos seres humanos é garantir a não evolução, a manutenção das características da raça e sua imutabilidade. Nesse processo, o animal vira-lata foi bem mais proativo que o ser humano. Na história de introdução e multiplicação de cachorros Brasil afora, o cão foi mais sujeito que objeto. Ele sentia o cio das fêmeas. Ele fugia para encontrá-las, viver suas aventuras. Pouco exigente em termos de alimento e abrigo, ele fez sua vida nas fazendas, nas cidades, nos vilarejos, acompanhando boiadas ou bandeiras, sítios e residências, saltando de canoa em canoa, de vagão em vagão, de circo em circo, seguindo andarilhos e romeiros ou caminhando solitário pelas trilhas e estradas, empreendendo viagens aventureiras e amorosas pelas terras brasileiras.
Cães de raça são procurados em canis especializados, comprados por altos valores e vêm com atestados de pedigree. No caso dos vira-latas, ocorre exatamente o contrário: são eles que buscam os seres humanos. Eles são capazes de insinuar-se e ser úteis nos mais diferentes ambientes ecológicos, sistemas de produção ou condições sociais do Brasil. Se os atestados de pedigree documentam toda a linhagem genealógica de um animal de raça, quase nunca se tem ideia de quem foram os pais de um vira-lata. Mesmo assim, um cão de pedigree com chip de identificação e toda a sua genealogia mapeada tem pouca chance de sobreviver se for abandonado, por exemplo, no meio da avenida Paulista, em São Paulo.
Já os vira-latas urbanos aprenderam a atravessar a rua. Aguardam os veículos passarem. Respeitam os sinais. E, em muitos casos, usam "homens-guias": nos cruzamentos mais difíceis, eles observam e seguem as pessoas. Da mesma forma que os deficientes visuais se utilizam dos cães-guias, os vira-latas, nessas e em várias outras situações, se servem dos seres humanos. Tudo isso sem que seja preciso treiná-los.
Os vira-latas demonstram tão rapidamente sua capacidade de apreender e expandir a mente por razões genéticas. Mas também porque, desde os primeiros dias de seu nascimento, estão expostos a grande variedade de experiências sensoriais, sobretudo nas patas. Seguem a mãe no capim, na areia, no cimento, na terra.O agitar da cauda expressa a vida emocional dos cachorros, do mesmo modo que nossas expressões faciais. A cauda é, de certa forma, o rosto do cão. Estudos comprovam que o rabo balança, de forma assimétrica, de um lado para o outro. O cachorro agita sua cauda mais para a direita na presença ou proximidade de seu dono e em situações de conforto. Ele a balança mais para a esquerda quando está com medo, cauteloso ou apreensivo. Como diz a lenda, existem vira-latas tão inteligentes que são capazes de jogar pôquer. Mas nunca ganham porque quando têm um bom jogo... sempre balançam o rabo.
Aumiguinha Shelly depois do susto de ontem à noite, quando foi mordida no pescoço e suspensa no ar por uma outra aumiguinha. Ela veio com um super curativo que foi feito pela assustada e indignada mamãe, mas que pela localização do ferimento e pelo sangramento relatado por ela, deveria ter sido levada a um veterinário para consultar... acredito que diante de uma situação de risco é o encaminhamento mais urgente a ser feito, mas que infelizmente não nos lembramos na hora de como agir diante de um fato inesperado. A outra questão é a que se refere à posse responsável... não podemos esquecer que antes de serem nossos bichinhos de estimação, nossos peludos são animais dotados de instintos, depois são cachorros, depois são uma raça pra no final serem nossos aumados filhotinhos cheinhos de denguinhos... se o meu cachorrinho ataca e morde outros cachorrinhos ou pessoas quando estão na pracinha socializando, tenho que me aproximar com o máximo de cuidado e avisar se um outro cachorrinho vier para cheirar mesmo estando com o meu na guia, sendo que dependendo da situação, nem mesmo esta atitude é garantia pra evitar uma imprevisível bocada. Lambeijos para a pequenininha aumiguinha Shelly, e que este triste aucontecimento sirva de aulerta para que os aumicães da praça conduzam nas guias ou mesmo quando soltos, cães equilibrados e felizes, caso contrário, disciplina urgente neles e nos protetores, também!!!
Aumiguinha Kika colocando as suas patinhas de almofadinhas bem macias no chão da pracinha, depois de completados os 3 meses das vacinas. Ela veio enfeitadinha e toda feliz com o futuro esposo Rafinha, enquanto a aumiguinha Lalinha auproveitava para tirar uma casquinha dando uma cheiradinha nele, no momento em que aumiguinha Kika estava distraída e posando para o registro deste inesquecível dia.
Aumiguinhas Shelly e Kika começando a se conhecer pra serem "grandes" aumigas!
Triozinho dos Yorks brincalhões : Zeus, Rafinha e Kika.
Mas que auuuuuuuuuumor de cachorrinhos!!! Que fofuuuuuuuuuuras!!!Cuti... cuti... aumiguinhos!!!
Hoje encontramos com a Susana, que é a mamãe do cachorrinho Klick, aquele que foi roubado enquanto ela comprava pão em um mercadinho perto da Usina do Gasômetro. O empenho dela em encontrar o filhote desde o dia do roubo é comovente, e ela estava colando cartazes com a fotinho do peludo na pracinha. A Susana pediu que perguntássemos aos conhecidos e também para os porteiros dos nossos prédios se viram alguém com um cachorrinho com as características do aumiguinho e enviou para o bloguinho o texto e as fotinhos do filhotinho Klick. Que a energia dos bons pensamentos dos nossos aumigos cachorreiros entre em sintonia, para que o aumiguinho Klick seja devolvido e volte logo pra casa com o rabinho aubanando de felicidade neste reencontro tão desejado! Muita fé e confiança para que num click, o peludinho aupareça!
Aufagos dos aumiguinhos da praça que já estão empenhados em solucionar o caso farejando atrás de pistas!
KLICK - cruza de Lhasa-apso com Maltez, porte pequeno pra médio, cor de marfim com orelhas e rabo peludo e enrolado mais amarelado. Tem 8 anos, está tosado, pernas curtas, focinho e olhos pretos, pode estar totalmente tosado, para descaracterizarem ele.
Klick, Quico ou Quiquinho, são os nomes que lhe chamo. Pode estar com alguém que não queira se complicar. PROMETO QUE ME DEVOLVAM NA PAZ E QUE GRATIFICO SUA ENTREGA.
Está com baixa imunidade. Precisa refazer as vacinas.
EU ADOTEI ESTE BICHINHO E TENHO A RESPONSABILIDADE DE amá-lo e cuidar pelo seu bem-estar!
Por favor, estou cansada de golpes e trotes que tenho recebido. Ligue somente com informações consistentes. Tirem fotos e me mandem por torpedo. Prometo reembolso de despesa.